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ARACRUZ ES

ESTADOS


ARACRUZ é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2004 era de 70.898 habitantes.

HISTÓRIA

A história do município começa em 1556, quando dois padres Jesuítas (o Braz Lourenço e Diogo Jácomo) fundou o Santa Cruz, uma cidade chamou Nova de Aldeia então (Aldeia Nova). Nova de Aldeia foi conhecido depois como Aldeia Velha (Aldeia Velha), desde que não prosperou até seu vizinho que então foi conhecido como Nova de Aldeia e foi chamado hoje Nova o Almeida. Aldeia Velha foi emancipado como um município em 1848, e mudou seu nome a Santa Cruz. Em 1943, o município e sua capital eram ambos a Aracruz, renomeado. Porém, o motor econômico era maior na momento madeira de Jacarandá, e Sauaçú segurou a maioria da madeira que processa plantas (serrarias), assim em 1948 a capital foi movida a Sauaçú (também chamou Sauassú), e o nome da capital foi essa. Sauaçú foi conhecido então como Aracruz, e reverteu a seu nome formal e presente, Santa Cruz.

Santa Cruz foi fundada à boca do Piraquê-mirim e Rios de Piraquêaçu, como era várias tribos de índios. Depois de uma visita do Imperador Peter II que dormiu em Santa Cruz em 1860, ele assinou permissão para 386 famílias italianas se instalarem em Santa Cruz, e essas famílias fundaram Nova Fazenda de Trento (Trento Farm Novo) ao redor 1874. Outros grupos promoveram o rio de Piraquêaçu para fundar a Fazenda de Palmas (das de Fazenda Palmas) e Santa Teresa. A este tempo plantações de mandioca e café eram comuns. Outra onda grande de imigrantes italianos começou a vir ao redor de 1872, quando um navio chamado que a Sofia chegou, enquanto trazendo 386 italianos da região de Trento. Esses foram fundar uma Nova Colônia de Trento. Hoje Aracruz abriga aproximadamente 1500 índios que se dividiram em seis reservas: Caieiras Velha, Comboios, Irajá, Pau Brasil, Tekoá e Três Palmeiras. Só no último par de décadas eles puderam afiançar a terra deles aqui, como muitos problemas com o local da indústria de celulose grandemente prolongou as lutas de terra deles. Esses índios são de duas etnia: o Tupiniquim e Guarani.

ECONOMIA

História Econômica (antes da década de 1970)
Antigamente poucas pessoas conheciam Aracruz, e a sua economia era muito simples, este município estava nas mãos de poucas pessoas, maior parte do território eram propriedades particulares (fazendas e sítios), poucas pessoas acreditavam que este município seria o que é hoje. Isto foi até a criação de uma empresa especializada em produção celulose em Barra do Riacho, que iria ser uma das grandes promessas deste município capixaba.

INDÚSTRIA

Com a criação dessa indústria de celulose, foram contratadas empreiteiras (empresas de prestação de serviços). Com tudo isso acontecendo, fez atrair várias famílias a migrarem a este município, então ocorreu a grande explosão populacional. Muitas pessoas vieram à Aracruz afim de trabalhar nas empresas do município. A partir daí o município aumentou consideravelmente a sua receita, e se tornou conhecido mundialmente no mundo dos negócios, principalmente.


ENERGIA

Recentemente, a Petrobrás descobriu reservas de petróleo no município, é isso contribuiu com que as reservas de petróleo do estado do Espírito Santo ficasse em 2º lugar do país, atrás somente do Rio de Janeiro.


PESCA

Como foi dito acima, antes da indústria vir ao município a economia era simples, e as pessoas que moravam em comunidades litorâneas os influenciavam à pesca. A pesca era a principal fonte de renda dessas comunidades. Mas ela ultimamente, vem perdendo impotância.


ATUALIDADE

Atualmente, ele é muito procurado pelos turístas por causa de suas belas praias, e vários pontos turísticos. Agora, Aracruz é um município de economia emergente, e que está em constante crescimento, por conseqüência de seu ponto estratégico, e sua logística, e isto facilita muitos as suas relações comerciais. E possui uma grande quantidade de indústrias e isto abastece a sua economia, e possui até um porto cujo foi feito principalmente para o transporte do produto (celulose). Um dos seus principais pontos turísticos são as belas praias de Barra do Sahy, Mar azul, Putiri, Praia dos Padres, Coqueiral e Santa Cruz. A mais badalada do município é a de Barra do Sahy. Elas são visitadas principalmente por mineiros e pessoas da região centro-oeste do país em temporadas de verão. O ministério do turismo vem investindo cada vez mais nestes lugares.


QUESTÃO INDÍGENA

Durante 30 anos, houve uma disputa por terras entre a população indígena do município (Etnias Tupiniquim e Guarani) e a empresa Aracruz Celulose. Os indígenas alegavam possuir direitos sobre cerca de 13.000 ha da terra utilizada pela empresa para plantação de Eucalipto desde de meados da década de 1960. Em 1983 foi demarcado pela primeira vez cerca de 2000 ha através de um acordo entre a empresa e a Fundação Nacional do Índio (Funai). Os quais passaram a compor as Terras Indígenas Caeiras Velhas, Comboios e Pau Brasil. Esse acordo foi realizado dentro da política indigenista da época, porém seria considerado inconstitucional pela legislação atual. Contudo, desde o fim da década de 1980 já houveram várias revisões na extensão das terras indígenas. A última revisão se deu em 2007, após 13 anos de conflito entre a empresa e a população indígena. Em 1994 um estudo antropológico elaborado pela FUNAI dentro das determinações da legislação indigenista pós-88 propos ao aumento das terras demarcadas em 11.000 ha. Porém, o Ministro da Justiça da época autorizou a demarcação de uma área menor. O conflito pelos ha restantes se desenrolou de 1998 até 2007, sendo a área sugerida pela Funai no relatório de 1994, demarcada integralmente. Isso estabilizou o conflito entre os índios e a empresa e atualmente continua o processo de demarcação e homologação dos novos limites da terra indígena.


LOGÍSTICA

Depois da criãção da Aracruz Celulose, foi então investido mais na infra-estrutura do município. Antigamente nem existia asfalto, linha férrea e muito menos porto. Tudo isso começou a existir depois da era de desenvolvimento (depois da década de 1970), foi criada estas facilidades citadas anteriormente (asfalto, linha férrea e porto) melhorando significantemente a logística de Aracruz.

ARACRUZ CELOLUSE


Aracruz Celulose S.A. é uma empresa brasileira sediada no município de Aracruz, no Espírito Santo.

Ela é a maior produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto, respondendo por 24% da oferta global do produto. Possui uma unidade fabril de Aracruz, em Guaíba no Rio Grande do Sul e em Eunápolis, na Bahia, sendo esta última uma joint-venture com a empresa sueco-finlandesa Stora Enso, denominada Veracel.

A celulose produzida é destinada à fabricação de papéis de imprimir e escrever, papéis sanitários e papéis especiais de alto valor agregado.

HISTÓRICO

O controle acionário da Aracruz é exercido pelos grupos Safra, Lorentzen e Votorantim, com participação acionária de 28% cada e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com participação de 12,5%. As ações preferenciais da Aracruz (56% do capital), são negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo (Bovespa), Madri (Latibex) e Nova York (NYSE).

A Aracruz é a única empresa do setor florestal no mundo a estar na lista de empresas do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World) 2007/2008, da Bolsa de Valores de Nova York, que destaca as melhores práticas em sustentabilidade corporativa no mundo. O indicador é composto por 318 empresas de 24 países no total, sendo sete delas brasileiras. O DJSI é composto por ações de companhias de sustentabilidade corporativa, ou seja, segundo os critérios daquela instituição, são empresas capazes de criar valor para os acionistas no longo prazo, por conseguirem aproveitar as oportunidades e gerenciar os riscos associados a fatores econômicos, ambientais e sociais.

ESTRUTURA DE OPERAÇÕES

A Aracruz Celulose tem uma capacidade nominal de produção, de cerca de 3 milhões de toneladas anuais de celulose branqueada de eucalipto, e está distribuída pelas Unidades Barra do Riacho - ES (2,1 milhões de t), Guaíba - RS (430 mil t) e Veracel - BA (450 mil t, ou metade da capacidade total da unidade).

Em São Paulo-SP está localizado o seu escritório de administração.

No Espírito Santo, seu complexo industrial é constituído de três fábricas de celulose, e um porto privativo especializado, o Portocel, através do qual exporta grande parte da sua produção .

No Rio Grande do Sul, a unidade Guaíba, localizada no município de Guaíba (RS), opera uma fábrica com capacidade nominal de 430 mil toneladas anuais de celulose. A unidade destina parte desse volume à produção de cerca de 50 mil toneladas anuais de papel para imprimir e escrever, basicamente destinadas ao mercado doméstico.

Um terceiro complexo fabril - a Veracel Celulose, com capacidade nominal de 900 mil toneladas anuais de celulose - está situado no município de Eunápolis, no sul da Bahia. Trata-se de uma parceria da Aracruz com o grupo sueco-finlandês Stora Enso, em que cada empresa detém 50% de participação acionária e da produção.

No extremo sul da Bahia, em associação com o grupo Weyerhaeuser dos EUA, a Aracruz produz produtos sólidos de madeira, a partir de seus plantios de eucalipto renováveis, destinados às indústrias de móveis e design de interiores, do Brasil e do exterior.

A Aracruz Celulose conta ainda com escritórios nos Estados Unidos (Miami), Europa (Suíça) e na Ásia (Hong Kong)

FLORESTAS

Suas operações florestais alcançam os Estados do Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com aproximadamente 279 mil hectares de plantios renováveis de eucalipto, intercalados com cerca de 154 mil hectares de reservas nativas, dispostos de modo a formar "corredores ecológicos", permitindo a preservação e expansão de espécies da fauna e da flora nas regioões onde atua, principalmente as regiões de Mata Atlântica. A empresa afirma manter programas de monitoramento ambiental, de incêndios, relações com vizinhos e vigilância ambiental com o objetivo de proteger seu patrimônio ambiental e apoiar as comunidades localizadas no entorno dos seus plantios.

A empresa também afirma estimular o plantio de eucalipto por terceiros através do Programa Produtor Florestal, que abrange cerca de 88 mil hectares contratados com mais de 3 mil produtores rurais no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Com esse programa, os produtores fazem plantios de eucalipto consorciados com outras culturas, como plantio de alimentos e criação de animais.


fonte:wikipedia



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