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POR QUE INVESTIR NO ESPÍRITO SANTO

INVESTIMENTO


* INVESTA NO ESPÍRITO SANTO

O Estado do Espírito Santo oferece grandes motivos para receber os mais diversos investimentos.
O Espírito Santo é o segundo Estado em capacidade de investimentos do País. A previsão para o período de 2007 – 2011 é da ordem de R$ 43 bilhões, somando-se recursos públicos e privados, com geração de mais de 60 mil empregos diretos.

As belezas naturais, a hospitalidade e a facilidade de áreas para implantação de complexos hoteleiros têm levado os investidores a buscar novas oportunidades para expansão de seus negócios, principalmente no setor turístico.
O Espírito Santo é o segundo maior produtor de petróleo do Brasil.




PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS REGIONAIS


Microrregiões do Estado

1 - Metropolitana

" Pólo metalmecânico
" Comércio Exterior
" Turismo de Negócios e de Lazer
" Petróleo e Gás
" Portuária Logística
" Pólo Siderúrgico
" Pólo de Confecções
" Construção Civil

Municípios que compõem: Cariacica, Fundão, Guarapari, Vila Velha, Vitória, Serra e Viana

2 - Pólo Linhares


" Turismo de lazer
" Petróleo e gás
" Pecuária de corte e de leite
" Heveicultura
" Silvicultura - plantio de eucalipto
" Fruticultura - mamão, citros, maracujá, coco-da-baía, graviola, goiaba, manga e acerola),
" Cultivo de arroz, feijão, milho e mandioca, banana e pimenta-do-reino
" Cafeicultura - Café Conilon
" Pólo Moveleiro

Municípios que compõem: Linhares, Aracruz, Rio Bananal, Sooretama, João Neiva e Ibiraçu

3 - Metropolitana Expandida Sul

" Turismo de lazer e histórico
" Fruticultura - banana
" Sucroalcoleiro
" Pesca artesanal
" Pecuária Leiteira
" Pelotas de minério de ferro aglomerado
" Petróleo e Gás
" Cafeicultura
" Aqüicultura

Municípios que compõem: Alfredo Chaves, Anchieta, Iconha, Itapemirim, Marataízes e Piúma

4:Sudoeste Serrana:

" Cafeicultura - Café Arábica
" Agroturismo
" Olericultura
" Avicultura
" Áreas de preservação Permanente
" Agroturismo
" Turismo de Montanha

5 - Central Serrana:

" Cafeicultura - Cafés Arábica e Conillon
" Olericultura
" Agroturismo
" Avicultura
" Pecuária mista
" Silvicultura
" Fruticultura
" Turismo de montanha
" Agroturismo

Municípios que compõem: Itaguaçu, Itarana, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e São Roque do Canaã

6 - Litoral Norte:

" Heveicultura
" Silvicultura
" Fruticultura -mamão, melancia, coco-da-baía, coco-anão, maracujá, laranja e limão
" Turismo de lazer
" Petróleo e Gás
" Cafeicultura
" Pecuária de corte e de leite
" Piscicultura
" Pólo sucroalcooleiro
" Carcinicultura
" suinicoultura
" Cultivo de cana-de-açúcar; de palmito; culturas alimentares (feijão, milho, arroz e mandioca);
" cultivo de abóbora; de pupunha; de macadâmia
" Cultivo de pimenta-do-reino
" Agroindústrias: produção de álcool e açúcar, palmito em conserva, leite e derivados, amidos especiais, processamento da macadâmia, torrefação do café e fábricas de aguardente
" Turismo

Municípios que compõem: São Mateus, Conceição da Barra, Pedro Canário e Jaguaré


7 - Extremo Norte:


" Pecuária de corte e de leite
" Silvicultura
" Fruticultura -mamão, abacaxi, banana, coco-da-baía, maracujá, laranja e limão
" Cafeicultura
" agroindústrias (fábricas de aguardente, de farinha de mandioca e de laticínios).
" Cultivo de abóbora; de feijão; de macadâmia; de mandioca; de milho

Municípios que compõem: Montanha, Mucurici, Pinheiros e Ponto Belo

8 - Pólo de Colatina:
" Confecções
" Cafeicultura - café conilon
" Pecuária
" Cerâmica Vermelha
" Rochas ornamentais
" Fruticultura
" aqüicultura e piscicultura
" ovinocaprinocultura
" agroindústrias - processadoras de polpa de frutas tropicais, indústria de alimentos em geral

Municípios que compõem: Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Colatina, Governador Lindemberg, Marilândia e Pancas

9 - Noroeste 1
" Rochas Ornamentais
" Silvicultura
" Pecuária de corte e de leite
" Fruticultura - goiaba, limão, coco-anão. banana
" Cultivo de arroz
" Cafeicultura
" Cultivo de arroz, cana-de-açúcar, feijão, mandioca, milho

Municípios que compõem: Barra de São Francisco, Ecoporanga, Água Doce do Norte, Mantenópolis e Vila Pavão


10 - Noroeste 2

" Fruticultura - abacaxi, acerola, citros, banana, coco-anão, coco-da-baía, goiaba, graviola, manga e maracujá
" Heveicultura
" Cafeicultura - Café Conillon
" Rochas Ornamentais
" Suinocultura
" Pecuária de corte e leite
" Agroindústria: laticínios e derivados; beneficiamento de carne e couro; e torrefação de café
" Cultivo de arroz, cana-de-açúcar, feijão, macadâmia, mandioca, milho, urucum e pimenta-do-reino.
" Agroindústria no processamento de polpa de frutas, de condimentos (urucum e pimenta-do-reino)
" Sucroalcooleiro

Municípios que compõem: Nova Venécia, São Gabriel da Palha, Boa Esperança, Vila Valério, Águia Branca e São Domingos do Norte


11 - Pólo de Cachoeiro
" Rochas Ornamentais
" Confecções
" Pecuária leiteira
" Expansão de Fruticultura
" Suinocultura
" Petróleo e Gás
" Cafeicultura - Cafés Arábica e conilon
" Olericultura
" Agroturismo
" Sucroalcooleiro
" Fruticultura
" culturas de subsistência, como arroz, milho e feijão
" Agroindústrias: beneficiamento do leite, a carne bovina e a carne de frango.

Municípios que compõem: Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muqui, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul e Vargem Alta

12 - Caparaó
" Ecoturismo
" Cafeicultura - Café Arábica
" Pecuária leiteira
" Olericultura
" Silvicultura
" Culturas de subsistência: milho, arroz e feijão
" Agroturismo
Municípios que compõem: Alegre, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz freire e São José do Calçado

Programa de Incentivo ao Investimento no Estado do Espírito Santo – Invest-ES


Objetivo
Contribuir para a expansão, modernização e diversificação dos setores produtivos do Espírito Santo, estimulando a realização de investimentos, a renovação tecnológica das estruturas produtivas e o aumento da competitividade estadual, com ênfase na geração de emprego e renda e na redução das desigualdades sociais e regionais.

Requisitos
Empresas que venham a realizar projeto econômico considerado de interesse para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado, conforme condições estabelecidas no Decreto Nº 1951-R, de 25/10/07, publicado do DOES em 26 de outubro de 2007.

Enquadramento
Projetos de implantação; Projetos de ampliação, expansão ou diversificação da capacidade produtiva que prevejam aumento mínimo, prévio à fruição do benefício, de 40% da capacidade de produção; Projetos de revitalização de estabelecimento paralisado.

Benefícios
I – Diferimento do pagamento do ICMS: a) incidente nas operações de importação do exterior de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; b) devido a título de diferencial de alíquotas, incidente nas operações interestaduais da aquisição de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; c) incidente nas operações de importação do exterior de insumos e matérias-primas destinados, exclusivamente, ao estabelecimento industrial importador, para o momento em que ocorrer a saída dos produtos resultantes de sua industrialização, ressalvado o disposto na alínea “d”; d) incidente nas operações de saídas internas de máquinas e equipamentos destinados a empresas vinculadas ao INVEST-ES, para integração no ativo permanente imobilizado
II – crédito presumido, nas operações interestaduais, até o limite de setenta por cento do valor do imposto devido mensalmente;
III – redução de base de cálculo, nas operações internas, até o limite de setenta por cento do seu respectivo valor;
IV – outras modalidades de benefício fiscais desde que respeitados os limites e condições previstos nos itens anteriores.
Benefícios diferenciados
Poderão ser concedidos beneficiados diferenciados em função da natureza da atividade; não similaridade com a produção local; localização geográfica e competitividade com outras unidades federadas.
Utilização
Publicada a Resolução INVEST, a empresa celebrará com a Secretaria de Estado da Fazenda - SEFAZ “Termo de Acordo” no qual ficarão estabelecidas as condições para fruição dos benefícios.

Solicitação do benefício
Encaminhar à Secretaria de Estado de Desenvolvimento – SEDES:
Requerimento explicitando quais os benefícios que se requer; FORMULÁRIO - Roteiro de Projeto para Solicitação do Benefício Fiscal; Certidão negativa perante a Fazenda Estadual.

Da fruição
Realizado o projeto, a empresa comprovará, junto ao BANDES e SEDES, os investimentos realizados; o BANDES e a SEDES emitirão Laudo Conclusivo – Investimento Implantado para que a empresa comece a usufruir dos benefícios, e será entregue a empresa o Certificado de Realização do Investimento – CRI.


fonte:www.sedes.es.gov.br

* INVISTA EM MINAS GERAIS


Ao longo das últimas décadas o Estado de Minas Gerais tem se constituído no destino preferido para novos investimentos no Brasil. Seu grande mercado, com 17 milhões de habitantes, sua localização estratégica no Sudeste Brasileiro e excelente infra-estrutura de transporte, energia e telecomunicações, explicam em parte esta preferência dos empresários nacionais e estrangeiros. Somem-se a isso o mais eficaz e experiente sistema de apoio ao investidor e uma mão de obra altamente qualificada e flexível. Visitando este site você vai conhecer em detalhes estas e outras vantagens competitivas do Estado que mais cresce no Brasil



INFORMAÇÕES SOBRE AS REGIÕES DE PLANEJAMENTO DE MINAS GERAIS













*INVISTA EM SÃO PAULO


São Paulo: lugar para o desenvolvimento econômico, tecnológico e humano. Conheça a metrópole mundial brasileira, cidade onde se condensam vantagens geográficas, econômicas e sociais e se disseminam cultura, conhecimento e novas técnicas, ativos vitais para bons negócios.
São Paulo é uma plataforma para negócios que proporciona acesso direto ao mercado mais moderno e dinâmico do Brasil. Locus privilegiado, a cidade é o centro de uma região com aproximadamente 19 milhões de habitantes, onde são geradas e por onde transitam as principais decisões financeiras, mercadológicas e tecnológicas da economia brasileira.
Seu ambiente dinâmico e inovador oferece aos empreendedores condições condizentes às cidades mundiais, como mão-de-obra qualificada, a maior e mais conceituada estrutura de ensino e pesquisa do Brasil e a presença marcante do setor de serviços. A cidade também abriga um parque industrial inovador e diversificado e centraliza, num raio de 80 km, algumas das indústrias mais moderna do país.
São Paulo é uma oportunidade para empresas e empreendimentos que buscam um endereço de prestígio e iniciativas políticas. Outra vantagem é a infra-estrutura de transporte, pois a cidade é ponto de chegada e de partida das principais rodovias brasileiras. Tem acesso fácil ao Porto de Santos, principal porto marítimo da América Latina, além de contar com dois aeroportos, ampla oferta de serviços de helicópteros e a melhor e mais densa estrutura de telecomunicações instalada do Brasil.
Para os novos empreendimentos a cidade oferece um amplo e diversificado mercado imobiliário, com salas, armazéns, laboratórios, galpões dos mais variados tipos em diversas áreas da cidade.
São Paulo se desenvolveu pelas mãos de cidadãos de diversas regiões do mundo que vieram na busca de oportunidades e fizeram da cidade um lugar de convivência pacifica de culturas distintas.
A cidade preserva ainda um patrimônio natural, arquitetônico e cultural pouco conhecido, com destaque para a maior floresta urbana brasileira, vários equipamentos culturais, diversidade gastronômica e lazer noturno, atraindo turismo e visitantes de negócios.


Capital humano, fluxos de conhecimento e informação

A cidade de São Paulo é a morada de uma população de 10.600 milhões, cidadãos das mais diversas nacionalidades, dos quais 84% fazem parte da população em idade ativa. (Fonte: Seade/Estatísticas Vitais 2004/ Ped 2004). São Paulo é também a cidade com a maior parcela do PIB brasileiro, tendo papel central no processo de desenvolvimento econômico brasileiro.
Este aglomerado urbano multicultural é o dínamo criador e transformador de um virtuoso quadro de profissionais qualificados. São pessoas de talento e habilidade elevados, que foram acumulando experiência ao longo do tempo, estimulados pelo maior mercado brasileiro, com competências para atuar nas mais diversas atividades.
A qualificação e a ampliação da base técnica dos recursos humanos da cidade de São Paulo são também respaldadas pela oferta de mais de 100.000 vagas de cursos superiores anuais, mais de 300 empresas privadas dedicadas as atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), 80 instituições públicas de P&D e outras 2.000 empresas privadas com atividades internas de P&D (Fonte: Inep/Mec e Paep/Seade).
O capital humano é um bem intangível, arraigado nas pessoas de determinados locais, determinante para a competitividade, inovação e geração de valor das empresas, mas que está disponível em poucas regiões do mundo, dos quais a cidade de São Paulo esta inserida.
A oferta de pessoal qualificado em São Paulo pode ser avaliada, por exemplo, através da concentração das chamadas “ocupações tecnológicas” – postos de trabalho que se caracterizam pela exigência de um grau de educação formal mais elevado.
A região que abriga a cidade de São Paulo1 concentra 56,6% das ocupações tecnológicas do Estado de São Paulo (Fonte: Indicadores de C&T&I, 2004 – Fapesp), formando um pólo de excelência e competência favorável aos novos empreendimentos.


Plataforma de Negócios

São Paulo é a porta de acesso ao maior e mais dinâmico mercado consumidor do Brasil. Além de ser a cidade com a maior parcela do PIB brasileiro apresenta um PIB per Capta superior a média nacional, mantendo uma trajetória de crescimento (veja no gráfico abaixo). Graças a sua condição central na economia brasileira, a cidade é uma plataforma de negócios que articula fluxos comerciais e de conhecimento com as demais regiões brasileiras, com países da América Latina e com o resto do mundo. É, portanto, um locus privilegiado para empresas multinacionais e empresas com estratégias de internacionalização ou de expansão regional.



Cidade Global, naturalmente, São Paulo é um centro de decisões financeiras que abriga a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o maior centro de negócios de ações da América Latina, a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as sucursais das principais instituições financeiras mundiais e é também a sede das principais instituições financeiras nacionais.
Para facilitar sua integração às demais regiões a cidade acolhe diversas feiras de negócios, das 170 feiras sediadas no Brasil 140 são realizadas em São Paulo (Veja Calendário de eventos 2007), acolhe muitos congressos científicos, conferências e salões setoriais. Conta com uma ampla rede de hotéis, centros de exposições, assim como, consulados e câmaras de comércio de muitos países. Conta também com a melhor infra-estrutura de comunicação do país, o que facilita o trânsito de empreendedores e as conexões de longa distância.
Oportunidades de negócios também estão abertas na economia criativa e na indústria do entretenimento, já que a cidade hospeda eventos esportivos de repercussão mundial, como o GP de Fórmula 1 e a Corrida de São Silvestre, dentre outros. No ambiente cultural São Paulo sedia eventos, como a Mostra Internacional de Cinema, a Bienal Internacional do Livro, o Anima Mundi, festivais de música nacional e internacional, e oferece diversos equipamentos culturais, dentre eles 121 teatros, 235 salas de cinema e 72 museus.
Nos demais Serviços, as oportunidades de negócios em São Paulo são também expressivas, já que a cidade detém um mercado robusto e dinâmico, que concentra mais de 40% das empresas e mais de 50% do valor adicionado do Estado de São Paulo. Conta com a qualificação de empresas em vários segmentos, onde se destacam os serviços técnicos de P&D, os serviços de informática, os serviços prestados às empresas, principalmente os serviços de assessoria jurídica, econômica, financeira e de publicidade e propaganda que contam com reconhecimento internacional. Também se destacam a expressiva estrutura dos serviços educacionais e de medicina da cidade.
No comércio, São Paulo oferece vantagens de mercado tanto para grandes shoppings centers e comércio de luxo, quanto no comércio popular e no comércio atacadista.
Na indústria destacam-se os segmentos de Edição e Impressão, Vestuário e Moda, Equipamentos Médicos, Automação Industrial, Máquinas e Equipamentos, Material Eletrônico e Produtos Químicos, especialmente a Química Fina e Cosméticos. Está sediada em São Paulo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) instituição que apóia a agilização de reformas constitucionais, faz estudos que são referência em todo o Brasil, estreita as relações comerciais com outros países, ajuda o maior parque produtivo do país a crescer e promove o desenvolvimento nacional.


fonte:bdscorp.com.br

* INVISTA NO RIO DE JANEIRO

Principais Investimentos

O Rio além do petróleo

O Rio de Janeiro permaneceu como capital do Brasil até o ano de 1960. Com a mudança da capital para Brasília, criou-se uma indefinição do papel do novo estado perante o Brasil. As décadas seguintes foram marcadas pela desindustrialização da Região Metropolitana e pela transferência do setor financeiro da cidade do Rio de Janeiro para São Paulo.

Passados quase 50 anos deste esvaziamento político e econômico, o Rio de Janeiro dá sinais de reencontrar suas vocações e potencialidades, redefinindo seu papel na federação brasileira. Atualmente, o Estado do Rio de Janeiro passa por uma fase de grandes investimentos, que chegam a quase R$ 100 bilhões. A conjuntura política também é favorável. Registra-se um inédito alinhamento entre os governos federal, estadual e municipais, incluindo a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, que permite que esses investimentos sejam articulados com os interesses e as necessidades da sociedade fluminense.

É verdade que grande parte desses investimentos está ligada a um importante recurso natural, que é a existência de abundantes reservas de petróleo na Bacia de Campos no Norte Fluminense. Estão previstos investimentos da ordem de R$ 56 bilhões na exploração e produção de petróleo e gás naquela região nos próximos quatro anos.

Mas nem só de produção de petróleo vive a economia fluminense. Estão previstos também investimentos da ordem de R$ 21 bilhões no refino do petróleo. O Comperj, em Itaboraí, e a Reduc, na Região Metropolitana, são refinarias petroquímicas que agregam valor ao petróleo e ao gás extraídos da Bacia de Campos. Essas refinarias fornecem insumos para outras indústrias químicas que já se encontram ou virão se instalar nessas regiões. A reforma da Reduc permitirá sua adequação às novas exigências ambientais de qualidade e segurança mundiais. O Comperj também será uma refinaria de padrão internacional. Contará com uma tecnologia de ponta, sendo capaz de refinar o óleo pesado da Bacia de Campos e gerar subprodutos com alto valor agregado.

Ainda na área de energia, cabe citar a construção do Gasoduto Vitória-Cabiúnas, no valor de R$ 4 bilhões de reais, e a instalação do Terminal de Gás Natural Liquefeito, na Baía de Guanabara, no valor de R$ 300 milhões. O grande significado destes investimentos é dar segurança energética ao investidor.

O Estado do Rio de Janeiro vem se consolidando também como um importante pólo siderúrgico do Brasil. Além da existência da tradicional Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, também estão previstos investimentos da ordem de R$ 13 bilhões em três novas siderúrgicas. A ThyrsenKrupp CSA – Companhia Siderúrgica está implantando uma usina com capacidade de processamento de 5 milhões de toneladas de aço/ano, voltada, nesta fase, à exportação. A CSN está discutindo com o governo estadual um plano de investimentos que contempla a instalação de uma nova usina, em Itaguaí, além de aumentar o valor agregado dos produtos da unidade de Volta Redonda. A Votorantim está em negociação para a implantação de uma usina não integrada, em Resende, para atuar no mercado de produtos não planos. O fortalecimento do setor siderúrgico no Rio de Janeiro é muito importante para dar vigor a outras indústrias, como a automobilística e a de construção civil, que têm grande encadeamento com outros setores produtivos.

Além desses investimentos industriais produtivos, o Estado do Rio de Janeiro também contará com a alocação de cerca de R$ 2 bilhões em logística. O estado se situa no sudeste, a região geoeconômica mais importante do país, que responde por mais de 50% do PIB brasileiro. Sua posição privilegiada é reforçada pela extensão de sua linha de costeira de 636 km. Assim, serão investidos R$ 200 milhões na dragagem Porto de Sepetiba, melhorando as condições para a exportação das siderúrgicas instaladas naquela área. Outro investimento importante é a construção do Porto do Açu, orçada em R$ 700 milhões, que incrementará o apoio logístico à produção e comércio de petróleo da Bacia de Campos. Finalmente, está orçada em R$ 650 milhões, a construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro. O Arco ligará Itaguaí a Itaboraí, passando por fora da cidade do Rio de Janeiro e deslocará o fluxo de cargas que cruza a cidade para atravessar a Baía de Guanabara. Essa obra faz parte PAC, do governo federal, e conta a elaboração de um Plano Diretor, por parte do governo estadual, que mapeará a ocupação do entorno desta via de forma ordenada, respeitando as vocações locais e promovendo o desenvolvimento dos municípios da Baixada Fluminense.

Outro investimento importante, da ordem de R$ 2 bilhões, e alinhado com a vocação turística do estado é a construção de três resorts cinco estrelas ao longo da zona costeira, em Cabo Frio e Marica. Esses empreendimentos gerarão emprego e renda e incrementarão o turismo. O Rio de Janeiro é o estado mais visitado do Brasil, recebendo, em 2006, 1,6 milhão de turistas estrangeiros e 4,5 milhões de turistas brasileiros e atraindo 32% dos turistas estrangeiros que vieram ao Brasil.

Uma nova alternativa à geração de emprego e renda é a recente aprovação, pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, do projeto de lei, que institui o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) no Rio de Janeiro. A nova lei visa o ordenamento e a regulamentação da silvicultura econômica no território fluminense, como o plantio de eucalipto, para a produção de papel e indústria moveleira. A nova lei leva em conta as diferentes condições ambientais de cada região fluminense. As empresas deverão plantar 20 hectares de espécies de Mata Atlântica para cada 100 hectares de monocultura implantada. Esses percentuais dependem do nível de degradação do solo já existente em diferentes regiões. O menor percentual de exigência será nas regiões do Norte e Noroeste fluminenses, que sofrem processo de desertificação. Em outras regiões, como a Serrana, haverá exigências mais rigorosas, no sentido de se preservar áreas de Mata Atlântica ainda existente. Já nas áreas de Parati, Angra dos Reis e Mangaratiba, onde há grande concentração de Mata Atlântica, a nova lei é ainda mais rigorosa que a anterior existente.

Felizmente, o Rio de Janeiro mantém-se como pólo cultural do Brasil. A Cidade do Rio de Janeiro firmou-se como um pólo gerador de cultura e agregador de artistas. Esta tendência fortaleceu-se ao longo dos anos pela presença da TV Globo. Além disso, a arquitetura histórica e variada, além do clima propício, faz com que o Rio abrigue 65% da produção nacional de cinema.

Além de pólo cultural a Cidade do Rio de Janeiro é importante formadora de mão-de-obra qualificada. A presença de um grande número de universidades e centros de pesquisa de excelência além de uma infra-estrutura básica (maior pólo de telecomunicações do país) faz da capital um importante Pólo de Tecnologia da Informação.

É verdade também que o povo fluminense tem trabalhado para se fortalecer suas vocações mais naturais. Neste sentido o Governo Sérgio Cabral vem se esforçando para resgatar a importância do estado, tratando-o como uma questão nacional.

Além do desafio da construção de novas estratégias, o Estado do Rio de Janeiro vem se empenhando em dar ao Brasil transformações exemplares no campo da administração pública e da equação social. As favelas da Rocinha, de Manguinhos e do Alemão receberão investimentos da ordem de R$ 1,2 bilhão para urbanização, saneamento e integração com a malha urbana.

O Governo buscará aumentar sua capacidade de investimento através de um ajuste fiscal e de um programa de melhoria da qualidade do gasto público. Pretende-se criar no Rio de Janeiro um ambiente de negócios pró-mercado, contemplando a concessão de incentivos financeiros e tributários para atrair novas empresas e fortalecer as existentes, pautando sempre esses investimentos com responsabilidade sócio-ambiental.

O fortalecimento da economia fluminense depende também de uma articulação do poder de compra que consiste em incentivos para que as empresas do Rio de Janeiro busquem seus fornecedores dentro do estado. A idéia é apoiar o desenvolvimento regional e os arranjos produtivos locais como dinamizadores da economia do interior.

Um desenvolvimento perene do Rio de Janeiro, além do atual ciclo do petróleo, depende também da solução de questões chaves, como segurança, educação, habitação e desemprego. A idéia é que a revitalização da Região Metropolitana, através dos novos investimentos produtivos e sociais, a transforme numa área de padrão internacional, num local de convivência humana excelente e pacífica.

O Governo Sérgio Cabral vêm trabalhando para que o ciclo de novos investimentos traduza-se em desenvolvimento econômico. Embora condição necessária, não basta que haja investimentos. É preciso ter políticas públicas para que essa onda se converta também em inclusão social e redução da desigualdade, ordenamento urbano, enfim, melhoria da qualidade de vida da sociedade fluminense.

Indicadores e Dados Econômicos

1. Gerais
2. Econômicos
3. Índice de concentração Econômica no Estado do Rio de Janeiro
4. Índice de evolução do PIB

1. GERAIS

Área territorial: 43.766,6 Km2
% da área do Brasil: 0,52%
População: 14.367.083 sendo 96% urbana e 4% rural (Censo 2000 IBGE)
% da população nacional: 8,47 %
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,802 (2002)
Taxa de analfabetismo: 6,9% (2000)
Regiões de Planejamento: 8 (mapa)
92 Municípios

2. ECONÔMICOS

População Economicamente Ativa (PEA): 7.205.419 (2003 - CIDE)
Taxa de desemprego: 7,4% (2005 - IBGE)
PIB:US$ 117 bilhões (2005– CIDE)
% do PIB nacional: 14,6% (2005– CIDE e IBGE)
PIB per capita: US$ 7.625 (2005 - CIDE)
PIB por setores: (2002 - CIDE)
Agricultura/Pecuária: 0,5% (2004-IBGE)
Indústria: 51% (2004-IBGE)
Serviços: 42% (2004-IBGE)
Crescimento Industrial:
:: 10,2% (1998)
:: 7,8% (1999)
:: 12,0% (2000)
:: -0,9% (2001)
:: 3,1% (2002)
:: -1,0% (2003)
:: 5,0% (2004)
:: 3.7% (2005)
fonte: PIM (Pesquisa Mensal de Emprego – IBGE)

Produção diária de Petróleo: 1.542.026 barris, que corresponde a mais de 84% da produção nacional (fonte: Petrobrás)

Produção diária de gás natural: mais de 21,8 milhões m³/dia que corresponde a mais de 45% da produção nacional. (fonte: Petrobrás)

LINKS:

Perfis Municipais: http://www1.ibge.gov.br

Banco de Dados municipais: http://www.cide.rj.gov.br/

Informações sobre os municípios: http://www1.ibge.gov.br



3. ÍNDICE DE CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA DO ESTADO (PIB/Km²)

US$ 1.753.586 (2004)
O valor de PIB/Km² expressa uma concentração econômica que, em países ou estados com maiores extensões territoriais, tende a ser menor pela existência de áreas e regiões não propícias para a ocupação econômica. (JC)

Por outro lado, afirma-se que em áreas territoriais menores, existe uma maior concentração de infra-estrutura, mão-de-obra, escolas e outros fatores essenciais para a produção.

Portanto, é óbvio que, quanto maior for a concentração econômica, maior será a existência de novas oportunidades de negócios e melhor será a infra-estrutura disponível para esses novos negócios.

Essa é a essência do Estado do Rio de Janeiro e o seu maior segredo.

4. ÍNDICE DE EVOLUÇÃO DO PIB (Rio de Janeiro / Brasil)


LINKS com dados sobre a economia do Estado :

IBGE/RJ
Fundação CIDE

5. EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL (Rio de Janeiro/Brasil)





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