FIM DO MUNDO


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DESAPARECIMENTOS DE AVIÕES E NAVIOS

REVELAÇÕES



Desaparições mais importantes:


Ano 1800, nave USS "Pickering", rotas de Guadalupe a Delaware, com 90 tripulantes a bordo.
Outubro de 1814, nave USS "Wasp", rota pelo Caribe, 140 tripulantes.
1824, nave USS "Wildcat", rota de Cuba a ilha Tompkins, com 14 tripulantes.
1840, "Rosalie", em rota da França a Cuba, encontrado abandonado, salvo Dor um canário.
1843, nave USS "Grampus", desaparecida no mês de março frente a San Agustin, com 48 tripulantes a bordo.
1854, encontrada abandonada a escuna "Bella" nas Índias ocidentais.
1855, encontrado abandonado o "James B. Chester", no sudoeste das Açores.
1872, desaparecido em dezembro o bergan¬tim "Mary Celeste", no norte das Açores, com 10 tripulantes.

Desaparições a partir de 1880
Em janeiro de 1880 desapareceu o navio-escola HMS "Atlanta", em rota desde as Bermudas para a Inglaterra, com 290 homens.
22 de janeiro de 1908, desaparecida barca "Baltimore", sobre o leste de Hampton Roads, Virgínia, com nove tripulantes.
27 de janeiro de 1908, escuna "George R. Vreeland", no leste de Hampton Roads, Virgínia, com sete homens.
Novembro de 1909. "Spray", em viagem ao redor do mundo, desaparecido entre Mia-mi e as Índias ocidentais.
Em 1909, as escunas "Martha S. Bement", "Maggie S. Hart", "Auburn" e "Anna R. Bishop", desapareciam ao leste de Jacksonville, na Flórida, com suas respectivas tripulações.
1910, desaparece o primeiro navio de vapor USS "Nina", ao sul de Savannah, Georgia, e também o navio "Charles W. Parker", na costa do sul de Jersey, com 17 homens.
17 de dezembro de 1913, desapareceu a escuna "George A. Lawry" ao leste de Jacksonville, Flórida.
29 de janeiro de 1914, escuna "Benjamin F. Poole", ao leste de Wilminton, na Carolina do Norte.
Em 1915 desaparece o cargueiro "Bertha L. Basker", de Nova York a San Martin.
Também no mesmo ano o cargueiro "Silba", de Nova York às Antilhas holandesas.
Em 1918 o carvoeiro da marinha USS "Cyclops", com 308 tripulantes, desapareceu das Barbados a Baltimore.

A trágica década de 20

Em 1920 desapareceram a escuna "Amélia Zeman", ao leste de Norfolk, Virgínia, e "Hewitt", que transportava enxofre de Nova York a Europa, passando pelo Triângulo.


No ano de 1921 desapareceram a escuna "Bagdad", diante de Cayo Hueso, na Flórida; o vapor "Monte San Michele", que viajava desde Nova York à Europa; o vapor "Esperanza de Larrinaga", na mesma rota que o anterior; a cisterna "Ottawa", que também viajava de Nova York à Europa, passando pela zona do Triângulo. Do mesmo modo desapareceram os navios de carga "Steinsud", "Florino" e "Svartyskog", viajando para Europa.
Em 1925 o cargueiro Raifuku Maru" , ao leste das Bahamas, e o "Cotopaxi", entre Charleston, Carolina do Sul, e La Habana.
Em 1926 o navio de passageiros "Porta No-ca", entre a ilha dos Pinos e Gran Caimán.
Também o cargueiro "Suduffco", ao sul de Port Neward.


Multiplicam-se as desaparições

Em junho de 1931 desaparece o primeiro avião, "Curtis Robin", frente a Palm Beach, Flórida, com dois tripulantes.
Em dezembro de 1935, o avião "Wright Whirlwing", entre La Habana e a ilha dos Pinos, com três homens a bordo.
Entre 1938 e 1944 desapareceram o cargueiro "Anglo Australian", ao sudeste das Açores; o "Glória Colite", a 200 milhas ao sul de Mobile; o "Proteus", entre Santo Tomás e Norfolk, Virgínia; o "Nereus', também na mesma rota; o "Mahukona", 600 milhas ao leste de Jacksonville; o "Paulus", navio de passa- geiro, entre as índias ocidentais e Halifax; o "Martin Mariner", 150 milhas ao sul de Norfolk, e o "Rubicon", cargueiro abandonado frente a costa da Flórida.
Os aviões também caem
Durante o ano de 1945 desapareceram um B-25 entre Bermudas e Açores e o avião PB-4YW entre Miami e Bahamas, com 15 tripulantes. Em 5 de dezembro deste ano desapareceram cinco bombardeiros torpedeiros TBM Avenger (vôo 19), a 225 milhas ao nordeste de Fort Lauderdale, na Flórida, com 15 tripulantes. Também desapareceu no mesmo dia o hidroavião "Martin Mariner", que saiu em auxílio do vôo 19, no mesmo ponto que os anteriores. Em 27 de dezembro do mesmo ano desapareceram as escunas "Voyager LL" e "Valmore", diante da Costa da Carolina do Norte. Desde este ano e até 1967, podem ser contabilizadas mais umas trinta desaparições.
Em 1968 desapareceram os cargueiros "Elisabeth", na passagem dos Ventos, e o "Íthaca Ísland", entre Norfolk e Ínglaterra.
No ano de 1969 desapareceram um avião Cessna 172, nas proximidades das Bahamas, e os barcos "Teignmouth Electro", a 700 milhas ao oeste das Açores, e mais quatro iates.
Em 1971 um avião Phanton 11 F4 reator, a 85 milhas de Miami; o cargueiro "Caribe", da Colômbia à República Dominicana; o pesqueiro "Lucky Edur", frente a costa do sul de Jersey, com 10 tripulantes a bordo, e aproximadamente sete mergulhadores que exploravam a zona.
As últimas notícias
Em 1973 o cargueiro "Anita", com 32 homens, desapareceu ao leste de Norfolk; o iate "Defiance", ao norte de Santo Domingo; o avião "Navión 16", entre Freeport e Flórida, e um navio de refugiados haitianos, com 45 pessoas a bordo, no Canal Velho das Bahamas.
Em 1974 os iates "Saba-Bank", de Nassau a Miami; e o "Dutch Treat", de Rocha Cat a Miami. Também os aviões "Cherokee Six" e o "Lockheed Lodestar", entre Gran Caimán e Fort Lauderdale, na Flórida.
Em 1975 o camaroeiro "Dawn `, entre as rochas da Flórida e Faro Smith Shoals; a embarcação "Magnum", a 20 milhas de West End, nas Bahamas, o veleiro "Meridán", entre Bermudas e Norfolk; o avião "Twin Beechcraft", ao oeste das Gran Ínagua, nas Bahamas, o rebocador "Boundless", desde Miami a San Juan; o cabotagem "Speed Artist", de Barbados a Guadalupe; a cisterna "Ímbross", diante da costa da Flórida em rota para o Canadá, com 22 homens e o cargueiro "Drosia", diante do cabo Hatteras.
Em 1976 desapareceu o veleiro com motor "Higt Fligt", de Miami a Bimini.
Este número de desaparições catalogadas é necessariamente incompleto, porque não inclui certos aviões militares nem outras naves de superfície que estão sendo investigadas como possíveis atos de seqüestro, sabotagens ou atividades político-revolucionárias. Mas atualmente estão saindo à luz a desaparição de outras, não divulgadas no momento, em conseqüência da crescente consciência pública com relação ao que poderíamos chamar o fenômeno do Triângulo das Bermudas.


O "mar dos barcos perdidos"

A primeira referência do "Triângulo das Bermudas" teve efeito em 5 de dezembro de 1945, em conseqüência da desaparição de seis aviões da marinha norte-americana e seus respectivos tripulantes.

Muitos séculos antes de serem produzidos os incidentes aéreos e marítimos da década de quarenta e até a atualidade, esta região, e além do cabo Hatteras, as costas da Carolina do Norte e do Sul e o estreito da Flórida, já eram conhecidas com outros nomes fatídicos, como o "Cemitério dos Barcos" e "Mar dos barcos perdidos". Durante cento e cinqüenta anos, e ainda antes de existirem casos arquivados, haviam sido verificadas estranhas desaparições e até desintegrações de aparelhos. No entanto, foi a partir de 1945, como conseqüência das perdas massivas que começaram a ser produzidas, quando os pesquisadores começaram a dar importância à zona e a estudar as características das misteriosas desaparições.

A história começou há quinhentos anos
Quase todas as desaparições de barcos dentro do Triângulo das Bermudas, desde que temos notícias, vem sendo produzidas em uma região do oceano Atlântico ocidental chamado, há muitos anos, Mar dos Sargaços ou, como já dissemos, o "Mar dos barcos perdidos". Descoberto pelos primeiros marinheiros espanhóis e portugueses que atravessaram o oceano há quinhentos anos, deriva seu nome da alga marinha Sargassum.

A característica mais notável desta região é a imobilidade de suas águas e presença de uma alga, a sargassum, que marca os limites deste mar dentro do oceano, flutuando em grandes massas.

Se trata de um mar quase estancado e desprovido de correntes, exceto em seus limites com a corrente do golfo. Se extende uns 320 km. ao norte das Grandes Antilhas até a Flórida e a costa atlântica. Permanece a uns 300 km. de distância da terra e se desloca para o cabo Hatteras, seguindo logo uma direção para África e a península Ibérica, para regressar finalmente para América.


Um mar legendário, o dos sargaços
Ao longo de muitos séculos, as lendas sobre o mar dos Sargaços vem sendo acumuladas. Talvez as primeiras foram criadas por navegantes fenícios e cartagineses, que o cruzaram a milhões de anos, chegando a terras americanas, como o demonstram as inúmeras inscrições em pedras encontradas no Brasil e Estados Unidos, os tesouros de moedas fenícias e cartaginesas descobertas nas ilhas Açores e Venezuela e certas amostras pictóricas do México.

Assim podemos conhecer o informe do navegante cartaginês Himilco, escrito quinhentos anos antes de Cristo, sobre o mar dos Sargaços, um tanto sensacionalista e exagerado, mas muito gráfico: "Não é notada brisa que move o barco, tão morto está o perigoso vento deste mar quieto... ; tem tantas algas sobre as ondas, que parecem conter o navio, como se fossem arbustos... ; o mar não tem grande profundidade, a superfície da terra está coberta por muito pouca água... ; os monstros marinhos se movem continuamente em todas as direções e existem bestas ferozes que nadam entre os barcos que se arrastam lentos e preguiçosos".

Bruscas mudanças atmosféricas?
Em geral, os oceanógrafos e os meteorologistas atribuem as causas destas supostas desaparições a súbitas mudanças atmosféricas, explicando a ausência de restos e de manchas de óleo nas embarcações pela corrente do golfo do México, que atua para o norte, entre a Flórida e as Bahamas, a uma velocidade de 1,5 a quatro nós.

No entanto, a ciência oficial continua sem dar explicações convincentes aos acontecimentos do Triângulo das Bermudas, negando ao mesmo tempo as teorias mais ou menos fantásticas que já circulam por todos os continentes.

Mas antes de continuar com as possíveis explicações ao enigma do Triângulo, queremos enumerar os casos mais importantes das desaparições produzidas.


O Mistério Sobrenatural

É considerado sobrenatural aquilo que a ciência ainda não confirma ou tudo aquilo que se refere a coisas não testadas tais como : teletransporte do corpo físico ou mental, formas de premonição, incluindo-se aqui as formas divinatórias como cartomancia, tarot, a incorporação e a visão de pessoas já mortas. Todo este âmago é tido como uma forma de alucinação de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Porém discutidos também como formas ancestrais de contato mental de acordo com C. Jung, vem sendo discutidas como formas validadas de uma certa frequência cerebral, e que pertencem a categoria de coisas ainda a serrem descobertas de parte da mente humana.

O sobrenatural sempre esteve na história humana seja como forma de contos ou de experiências passadas em famílias. A mistura e incorporação de novos dados vêm confirmando uma série de coisas que chamadas de sobrenatural já pertencem à ciência em si adaptando-se formas orientais e ocidentais de visão dos arquétipos tem-se a certeza de que várias coisas antes tidas como impossíveis são na verdade totalmente possíveis dentro de certos padrões. Casas mal assombradas vem sendo estudadas assim como pessoas tidas como especiais ou paranormais. A paranormalidade deixou o campo do impossível e agora é vista como forma alternativa para sanar até mesmo doenças humanas.


O destino dos Barcos e o mistério para a ciência


O que acontece com os barcos? O fenômeno peculiar dos navios encontrados flutuando sem ninguém a bordo... pode ser explicado supondo que as erupções, como todas as vulcânicas conhecidas, variam quanto a sua densidade e magnitude.


Estes barcos poderiam ter sido bombardeados por fragmentos menores, sem potência suficiente para afundá-los. Mas o aterrorizante espetáculo das bombas de fogo surgindo subitamente do mar e abatendo-se sobre o navio provocaria tal pânico que a tripulação haveria de abandoná-lo imediatamente. A turbulência fervente da água, geralmente associada às erupções vulcânicas subterrâneas, unida à confusão nas ações de uma tripulação enlouquecida pelo espanto, excluiria toda esperança de sobrevivência em tais desastres.

O testemunho dos observadores
As observações dos poucos operadores de rádio que puderam descrever o que viam antes que seus aparelhos emudecessem, carecem de explicação até que as relacionamos com as bolas de fogo e a turbulência aquática que criaria uma perturbação subterrânea deste tipo: então tornam-se perfeitamente lógicas e adquirem todo seu sentido.

O fato de que estes misteriosos acontecimentos tenham lugar somente em certas datas, e de que milhares de navios e aviões cruzem diariamente esta zona tão freqüentada sem o menor incidente, parece indicar neles um caráter cíclico, semelhante ao dos vulcões.

Naturalmente estas singulares erupções poderiam ter lugar em outras zonas, como por exemplo o imenso Pacífico, longe das rotas aéreas e marítimas.

Talvez possamos examinar mais detalhadamente algumas das misteriosas desaparições ao redor do Japão e outras partes do Pacífico, para ver se também encaixam no esquema de geossinclinais profundos e dobramentos subterrâneos".

Não é explicado o aparecimento de nuvens e nevoeiros

Ainda que as sugestões de Waddington não postulem nenhum vínculo entre o Triângulo das Bermudas e a existência da Atlântida, de todas as maneiras as reações que descreve poderiam ter substituído até hoje como produto da catástrofe que causou o afundamento das terras atlantes sob o oceano. Porque temos que levar em conta outros inquietantes fatores que não podem ser atribuídos exclusivamente a erupções vulcânicas submarinas, como o insólito comportamento das nuvens, a aparição instantânea de nevoeiros fosforescentes, os "brancos" acompanhados de falhas eletrônicas, as luzes ou possiveis naves que entram e saem do campo visual no céu e sob a superfície do mar.

Nuvem


Nuvem é um conjunto visível de partículas diminutas de gelo ou água em seu estado líquido ou ainda de ambos, ao mesmo tempo, que se encontram em suspensão na atmosfera, após terem se condensado ou liquefeito em virtude de fenômenos atmosféricos. A nuvem pode também conter partículas de água líquida ou de gelo em maiores dimensões, e partículas procedentes, por exemplo, de vapores industriais, de fumaças ou de poeiras.

As nuvens apresentam diversas formas, que variam dependendo essencialmente da natureza, dimensões, número e distribuição espacial das partículas que a constituem e das correntes de ventos atmosféricos. A forma e cor da nuvem depende também da intensidade e da cor da luz que a nuvem recebe, bem como das posições relativas do ocupadas pelo observador e a fonte de luz (sol, lua, raios) em relação à nuvem.

Nevoeiro

O nevoeiro ou névoa é uma nuvem stratus cuja base está no solo ou perto dele e reduz a visibilidade a menos de 1000 metros. Pode ter origem no calor radiado durante a noite, em ar úmido que se move na horizontal e é arrefecido por baixo ou aparecer entre o ar quente e o ar frio numa frente.

O smog (smoke+fog) é um stratus misturado com poluição (que lhe dá um tom amarelado) que se forma quando se dá uma inversão climatérica (a temperatura aumenta com a altitude, em vez de diminuir) e a convecção pára porque a atmosfera, nessas condições, fica estável e o ar frio e poluído não se pode elevar, ficando «preso» perto da superfície


Um mistério para a ciência

Qualquer que seja a causa das desaparições e anomalias ocorridas no tristemente famoso Triângulo, continua sendo um mistério para a ciência. Todas as hipóteses que apontamos não são mais que explicações, mais ou menos possiveis, ao ocorrido.


O único certo e comum nas centenas de desaparições é que os barcos e aviões desapareceram por completo ou que os barcos tenham sido encontrados sem suas tripulações.

O Triângulo das Bermudas nos faz pensar em terras perdidas, em civilizações submersas e em seres que visitaram a Terra durante séculos, vindo do espaço externo ou interno, e cuja origem e propósitos são desconhecidos.

Talvez dentro de alguns anos possamos encontrar respostas aos mistérios que o planeta Terra nos proporciona. Vivemos em um mundo no qual as linhas da ciência e a paraciência começam a ser unidas para tratar de explicar inumeráveis enigmas que nos são propostos, recordando o pensamento de Haldane: "O universo não é somente mais estranho do que o imaginamos, mas mais estranho do que podemos imaginar".

A experiência do Filadélfia
Alegadamente, uma experiência da marinha americana (Projecto Rainbow) feita em 28 de Outubro de 1943, durante a qual um destroyer, o USS Eldridge, foi tornado invisivel, desmaterializado e teletransportado de Filadélfia na Pensilvânia até Norfolk na Virginia, e trazido de volta à base naval de Filadelfia.

A experiência foi supostamente dirigida pelo Dr. Franklin Reno como uma aplicação da teoria do campo unificado de Einstein. A experiência provaria uma relação entre a gravidade e o electromagnetismo: um salto espaço-tempo electromagnético.

A Marinha americana nega que alguma vez tenha feito tal teste. Donde vieram tais histórias? Uma origem da alegada experiência é o mesmo homem que nos deu livros sobre a Atlântida, o Triângulo das Bermudas e a Arca de Noé: Charles Berlitz. Com William L. Moore, Berlitz é o autor de The Philadelphia Experiment: Project Invisibilty (New York: Fawcett Crest, 1979). No livro, tanto o barco como alguns tripulantes desaparecem numa outra dimensão, para não mais serem vistos.

Outra fonte é o filme de 1984, "The Philadelphia Experiment," dirigido por Stewart Raffill e baseado num script de William Gray e Michael Janover.

Uma outra fonte é uma carta escrita em 13 de Janeiro de 1965, por Carlos Miguel Allende (ou Carl Allen) ao Dr. Morris Jessup, um astrónomo e autor de "The Case For The UFO" (1995). Allende afirma ter assistido ao desaparecimento do USS Eldridge quando se encontrava a bordo do navio mercante SS Andrew Furuseth. Tambem afirma que membros da tripulação desapareceram no ar durante uma luta.

Então como alguem pode duvidar que se podem fazer desaparecer navios? Se a Marinha nega deve ser verdade (vidé teoria da conspiração). Ou seja, o Star Trek não é ficção.

O Triângulo das Bermudas, uma visão céptica sobre o assunto
Uma área no Oceano Atlântico ao largo da Florida onde a lenda afirma que muitos navios, aviões e pessoas desapareceram. Tambem conhecido como o Triângulo do Diabo, é limitado por Melbourne (Florida), Bermudas e Porto Rico. Como tantos desapareceram depende de que faz a localização e a contagem. O tamanho do triângulo varia de 500.000 milhas quadradas a três vezes mais, dependendo da imaginação do autor (alguns chegam a incluir os Açores, o Golfo do México e as Indias Ocidentais no "triangulo"). Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos ultimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o ultimo século.

Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, residuos de cristais da Atlantida, humanos com armas anti-gravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceanicas (gaz metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terramotos, ondas, correntes, etc.) azar, piratas, cargas explosivas, navegantes incompetentes e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores cépticos.

Alguns cépticos argumentam que os factos não apoiam a lenda e que não existe mistério a ser solucionado, nada a necessitar de explicação. O numero de naufrágios na zona não é extraordinário, dado o seu tamanho, localização e o tráfego que recebe. Muitos dos navios e aviões que foram identificados como desaparecendo no Triangulo das Bermudas não estavam sequer no Triangulo. Até agora, não foi apresentada nenhuma prova cientifica de qualquer fenómeno invulgar envolvido nos desaparecimentos. Portanto, nenhumas explicações "cientificas", incluindo o metano a soltar-se do fundo do oceano, as perturbações magnéticas, etc., são necessárias. O verdadeiro mistério é como o Triangulo das Bermudas se tornou um mistério.

A lenda acerca do Triângulo das Bermudas começou pouco depois de cinco aviões da Marinha dos Estados Unidos (Missão 19) terem desaparecido em 1945 durante uma violenta tempestade, durante uma missão de treino. Pensou-se que mergulhadores tinham descoberto os aviões junto da costa europeia mas a inspecção dos numeros de série mostrou que se tratava de diferentes aviões. A teoria mais lógica é que os instrumentos do aparelho que comandava a missão falharam (os aviões de treino não estavam equipados com instrumentos de navegação) e o grupo perdeu-se e simplesmente, embora trágicamente, ficaram sem combustível não longe de terra. Nenhuma força misteriosa parece estar envolvida para lá das forças da natureza. Os aviões da Missão 19 podem estar afundados em águas profundas e nunca mais serem encontrados.


fonte:http://www.esoterikha.com






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