FIM DO MUNDO


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EBOLA

CATÁSTROFES > PRAGAS


O Ebola é apenas mais um dos vírus emergentes descobertas recentemente. Ganhou notoriedade mundial com o surto da doença ocorrido no Zaire em maio de 1995. O Ebola mata 90% de suas vítimas e a morte ocorre em poucos dias.

A morte é tão horrorosa que parece roteiro de um filme do gênero terror-ficção: o vírus ataca todos os órgão e tecidos do corpo humano, com exceção dos ossos e alguns músculos. O colágeno, tecido responsável pela unidade da pele e que mantém os órgãos juntos transforma-se numa pasta disforme. A pessoa infectada expele sangue por todos os orifícios do corpo, inclusive pelos olhos e rachaduras espontâneas que surgem na pele. O globo ocular fica cheio de sangue, o que causa cegueira. A hemorragia interna não cessa porque o sangue não coagula. A superfície da língua se desfaz, o revestimento da traquéia e da garganta se desmancha e pode descer para os pulmões. Surgem hemorragias no coração e o músculo fica flácido. O fígado incha, apodrece e se liquefaz. A medula se desfaz aos pedaços. Os rins, repletos de células mortas, deixam de funcionar e a urina se mistura com o sangue. O baço incha e endurece. A pessoa vomita pedaços do intestino com sangue. O vírus destrói o cérebro e a vítima geralmente tem convulsões epilépticas no estágio final da doença.

A primeira aparição do Ebola se deu em julho de 1976, no Sudão. Essa variedade do vírus tinha um índice de letalidade de 50% e recebeu o nome de Ebola-Sudão. Matou centenas de pessoas. Em setembro do mesmo ano o vírus surgiu simultaneamente em 55 aldeias do Zaire com um efeito devastador, já com um índice de letalidade de 90%. Essa variedade do vírus foi chamada Ebola-Zaire.

O Ebola é tão contagioso que só pode ser manipulado num laboratório de nível de segurança 4, que é o nível máximo existente. O vírus da AIDS, por exemplo, pode ser manipulado num laboratório de nível de segurança 2.

O alto índice de mortalidade do Ebola, o tipo de morte que provoca e a facilidade de contágio causaram grande apreensão em todo o mundo. Durante o surto da doença, no Zaire, foram produzidas várias matérias jornalísticas e programas de televisão que procuravam esclarecer o assunto.

Num desses programas de televisão, o apresentador entrevistava um diretor do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, especializado em doenças infecto-contagiosas. Além de responder sobre o Ebola, o diretor do hospital dava informações sobre o estado de três oficiais do Exército que haviam contraído uma infecção de origem desconhecida durante um treinamento de guerra na selva, na floresta amazônica. A certa altura, o entrevistador disse mais ou menos o seguinte:

"Agora tem toda uma questão… final de século, passagem de ano… O Sr. sabe, toda vez que há final de século as pessoas ficam um pouco abaladas, achando que o mundo pode acabar. Isso aconteceu na passagem do século XX, agora nós estamos caminhando para o século XXI e essas coisas aparecem no final do século. Quer dizer, como é que a ciência entende isso, são coisas perfeitamente naturais, são coisas que já eram previstas, ou é a imprensa que está dando um destaque que até não deveria dar nesse momento?"

O entrevistado ouviu com um sorriso que procurava aparentar sabedoria, mas não respondeu objetivamente à questão apresentada. A própria pergunta também foi feita entre sorrisos, num tom mal disfarçado de troça. Apesar disso, havia um certo sentimento de perplexidade na exposição do apresentador. "Se todos nós sabemos que é bobagem essa coisa de fim de século, de Juízo, como explicar esses acontecimentos?" Foi mais ou menos isso que o entrevistador deixou transparecer enquanto falava.

Esse episódio ilustra bem o comportamento do ser humano nesses últimos anos do Juízo Final. Uma quantidade imensa de acontecimentos extraordinários falam para ele incessantemente, para que reflita e proceda ainda em tempo a uma mudança de sua sintonização interior. Apesar disso, ele procura fechar-se num casulo impenetrável, numa busca infrutífera de segurança e comodidade que teimam em deixá-lo. Essa é uma atitude covarde, que não traz nenhum auxílio. Ninguém deveria passar por coisas dessa espécie com um encolher de ombros e um sorriso escarnecedor forçado. Antes, deveria aprofundar-se nelas e tentar descobrir a causa de tudo isso. Descobrindo a causa, o que só pode advir através da vontade sincera e humilde, ele também obteria o auxílio necessário, que o permitiria passar incólume pelas radiações purificadoras do Juízo. Ninguém, porém, será forçado a agir dessa forma. Cada qual é responsável por si e por seu destino. Salvação ou aniquilamento estão nas mãos do próprio ser humano, tanto terrenal como espiritualmente.

No começo da última epidemia no Zaire, em maio de 1995, o Ebola infectava uma média de 5 pessoas por dia. Um mês depois havia 245 pessoas atingidas e 202 mortes. Em junho, já eram 300 as mortes provocadas pela doença. Quando os primeiros médicos estrangeiros chegaram à localidade de Kikwit, centro da epidemia, constataram que apenas 20 dos 350 leitos do hospital estavam ocupados. A maior parte dos doentes havia fugido apavorada quando souberam que o hospital estava recebendo vítimas do Ebola…

Em dezembro de 1995, pesquisadores russos anunciaram um antídoto para o Ebola, a "imunoglobulina G"10,uma das substâncias de defesa do corpo. Segundo o informe, 100% dos pacientes tratados foram curados. Especialistas americanos, porém, não conseguiram reproduzir a imunização que os russos alegam ter obtido. Na época houve um surto da doença em Côte d'Ivoire.

O Ebola voltou a atacar na África em duas epidemias-relâmpago no Gabão, em fevereiro e outubro de 1996, deixando um saldo de 43 mortos. Em novembro de 1996, a desenvolvida África do Sul registrou dois casos da doença em seu território.

Os efeitos retroativos no Juízo são justos até as minúcias. Ninguém pode ser atingido por uma doença assim terrível se não tiver um carma para isso. Ninguém pode colher algo que não tenha semeado. Apesar de o vírus Ebola ser extremamente contagioso (o contágio pelo ar foi confirmado em testes de laboratório), um médico do Centro de Controle de Doenças de Atlanta tratou diretamente doentes de Ebola no Sudão sem nenhuma proteção e não foi infectado. Na época não se sabia ainda que o vírus podia propagar-se pelo ar, e o respectivo médico até se feriu acidentalmente com uma agulha ensangüentada.

Em 1989, vários macacos importados para estudos científicos começaram a morrer de forma misteriosa na localidade de Reston, a cerca de 22 quilômetros de Washington. Várias pessoas tiveram contato com os macacos até se descobrir que eles estavam infectados com o Ebola. Nenhuma delas, porém, adoeceu. A variedade do vírus Ebola que aportou em Reston, chamado posteriormente Ebola-Reston, não fazia adoecer seres humanos, apesar de não se ter conseguido detectar nenhuma diferença entre esse tipo de vírus e o Ebola-Zaire, mesmo com estudos feitos com auxílio de microscópio eletrônico.

Em 1994, uma médica foi contaminada com o Ebola e não adoeceu. Uma matéria da revista Veja relatou assim o fato: "Uma pesquisadora suíça que mexeu com macacos na Costa do Marfim, no ano passado, voltou para casa com o vírus em seu organismo. Por um desses mistérios que a medicina ainda não decifrou, o Ebola recuou e ela sobreviveu."

A solução do mistério é muito simples: a citada pesquisadora não tinha o carma para adoecer daquela forma tão pavorosa. E foi por essa razão que ela não ficou doente. Apenas isso.

Ninguém pode morrer vítima do Ebola ou de qualquer outro vírus letal se não tiver um carma específico para tanto11. As epidemias do Ebola até agora iniciaram e findaram de modo abrupto, sem nenhuma causa aparente. "Ele aparece do meio do nada e desaparece do mesmo jeito", desabafou um virologista. Foram atingidas e morreram as pessoas que tinham de ser infectadas. Mesmo assim há um receio mal disfarçado de que possa haver no futuro uma epidemia mundial do Ebola ou de algum outro vírus semelhante. Os cientistas e pesquisadores, como de costume, descartam essa possibilidade. Um biólogo americano tranqüiliza: "O Ebola zairense precisaria de muito mais do que uma simples mutação para conseguir isso. Talvez sejam necessárias milhares delas, o que levará, no mínimo, centenas de anos."

Nos próximos anos tornar-se-á cada vez mais nítida a incapacidade da ciência de fornecer diagnósticos precisos e indicar os procedimentos adequados frente aos múltiplos efeitos do Juízo Final na Terra…




fonte:http://www.pechincha.com.br/Filosofia/molnovas.htm






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