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REVELAÇÕES
O que nunca foi divulgado sobre 19 de maio de 1986 - a única onda de avistamentos extraterrestres no Brasil já comentada por um ministro da Aeronáutica.
Abstract: UFO sightings in Brazil, May 1986: what happened to the military records, UFO pictures and official video tapes of the search mission?
Por M., 2006
O conjunto de incidentes do tipo avistamento registrado em 19 de maio de 1986 é um dos mais conhecidos do repertório da ufologia brasileira, por ter sido observado e comentado oficialmente pelas Forças Armadas.
Na ocasião, os avistamentos foram tantos que as autoridades da Aeronáutica chegaram a afirmar que o espaço aéreo brasileiro havia sido invadido por vinte e um objetos de origem desconhecida, os quais:
foram detectados pelos radares
foram acompanhados por aviões a jato
comprovadamente se movimentavam em altas velocidades e acelerações, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundo, sem causar o estrondo característico,
mudavam de cor e de trajetória - “subiam, desciam, faziam curvas em ângulos retos (90°) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro lugar”, nas palavras de um dos sargentos encarregados do controle de tráfego aéreo naquela noite,
acompanharam o vôo de diversos aviões,
causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas,
saturaram os radares,
causaram interferências nos equipamentos de aeronaves civis e militares.
A seqüência oficial dos fatos - a partir da “Área 51 Brasileira”
Nas horas finais da tarde, Douglas Avedikian, controlador de vôo do CINDACTA em Brasília, recebeu o comunicado de um avião Bandeirantes que questionava à Central de Controle do Trafego Aéreo se havia alguma outra aeronave voando em suas redondezas. A resposta foi negativa. Pouco depois, era ouvida a voz do piloto em pânico relatando que várias luzes passavam bem em sua frente.
Logo em seguida, o piloto de um avião da Transbrasil que naquele momento sobrevoava a cidade de Araxá-MG, afirmou estar em contato visual com várias luzes. A partir desse momento, o Cindacta passou a receber vários telefonemas das torres de controle do interior paulista (incluindo Pirassununga, Ribeirão Preto e São José dos Campos). Não havia dúvidas e a FAB iniciou seus protocolos de prontidão especial.
O primeiro contato oficialmente registrado naquele 19 de maio ocorreu visualmente no início da noite, a partir da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos. A partir daí foi seguido o protocolo operacional normal no caso de avistamento de objetos não previstos pelo controle de tráfego aéreo, com solicitação de observação a partir de uma aeronave militar que já se encontrava em vôo na região - casualmente, levando a bordo o Coronel Ozires Silva, que pouco antes havia deixado a presidência da Embraer. O comandante da aeronave, Alcir Pereira da Silva, e o coronel Ozires confirmaram ver também objetos luminosos. Mais tarde, Ozires Silva declarou:
Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área. Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso. Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade.
As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta. Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada. (…) Está registrado em fitas pelo radar.
De forma independente, mas simultânea, às 21:14 o controle de radar de São Paulo percebeu contatos não identificados no radar, e também seguiu o procedimento usual, informando ao CINDACTA de Brasília, que às 21:20 confirmou também estar captando os sinais no radar.
Com a confirmação independente por 3 bases, sendo uma delas inclusive via contato visual, o protocolo exigia medidas imediatas, e o primeiro jato F-5E de prontidão, pilotado pelo tenente Kleber Caldas Marinho decola às 21:23 da Base Aérea de Santa Cruz-RJ, rumo a São José dos Campos. Às 22:45, o radar local da base aérea de Anápolis-GO detecta os sinais, e um Mirage (que havia sido ativado após as primeiras comunicações, na hora anterior) decola, pilotado pelo capitão Armindo Souza Viriato de Freitas, e seguido por outro F-5E pilotado pelo cap. Márcio Brisola Jordão.
Somente às 23:15 o primeiro avistamento foi reportado pelas aeronaves de intercepção. O tenente Kleber identifica as “bolas de luz” e entra em protocolo de perseguição, ao mesmo tempo em que o segundo Mirage levanta vôo em Anápolis. Cinco minutos após o contato visual, o tenente Kleber identifica pela primeira vez a presença de seus contatos também no radar de bordo - que pode ser aferido posteriormente pela caixa preta, afastando assim as hipóteses posteriores de alucinações ou ilusões de ótica. Às 23:36, o terceiro Mirage decola de Anápolis.
Seguiram-se as manobras descritas acima, que chegaram a envolver até 13 “pontos luminosos” simultâneos, às vezes em manobras evasivas e outras vezes perseguindo as aeronaves da FAB. Esta informação não constou dos relatos oficiais, mas foi confirmada posteriormente: em um momento em que o F-5E era seguido por treze “pontos”, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se também que um dos objetos veio em alta velocidade e, de repente, fixou-se bem à frente do avião, em rota iminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado.
Tendo em vista o número de estados em que houve avistamentos e o número de pessoas envolvidas, uma situação rara ocorreu: o Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, então Ministro da Aeronáutica, fez um pronunciamento público sobre o assunto:
Entre 20:00 horas (19/05) e 01:00 hora (20/05) pelo menos 21 objetos foram detectados pelos radares brasileiros. Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área. Toda vez que os radares detectam objetos não-identificados os caças levantam vôo para identificação. Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica. Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos. Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre. A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil. É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros.
Em seguida o major aviador Ney Antônio Cerqueira (chefe do Centro de Operação da Defesa Aérea – CODA) declarou: “Não temos condições técnicas operacionais para explicar. O aparecimento desses objetos nas telas dos radares é inexplicável… As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudados para posteriores conclusões.”
Ainda assim, mesmo com pronunciamento do ministro e promessa de estudod aprofundados, a doutrina oficial exigiu a tradicional mudança de discurso, e já no dia seguinte o comandante do IV COMAR dizia à imprensa: “Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares, há muitos anos esses casos vêm sendo registrados.” E logo surgiram astrônomos e físicos com a desinformação oficial: meteoros, planetas, reflexos, etc. Os estudos posteriores jamais foram divulgados ao público.
O que jamais veio a público: OVNIs no Brasil
Ainda na madrugada de 20 de maio, os registros em videotape, as fitas originais dos radares de vôo e de solo, e as gravações de rádio das torres e aeronaves envolvidas foram recolhidas em uma sala colocada sob vigilância contínua na base de Anápolis. Uma equipe formada integralmente por militares da ativa (da aeronáutica e do exército) foi formada e recebeu ordens de deslocamento imediato. Como se tratavam essencialmente de oficiais engenheiros ou com formação tecnológica, muitos integrantes de equipes técnicas da EMBRAER e muitos alunos do ITA e do IME nas semanas seguintes receberam desculpas variadas sobre a ausência prolongada de seus instrutores e supervisores.
Um major aviador da aeronáutica, na época aluno do ITA e hoje membro do WMBI em São José dos Campos, recorda que nos primeiros dias as informações oficiais eram de que diversos instrutores estavam com as mais variadas doenças - de cálculo renal a infecção alimentar. Na segunda semana, todas as desculpas foram unificadas: “razões pessoais”. E alguns dias depois adotou-se o discurso de “missão classificada”. Os instrutores foram substituídos até o final das cadeiras, e só retornaram no ano seguinte.
Naturalmente recolher os registros necessários para as análises não era suficiente para garantir o acobertamento, e durante todo o dia 21 de maio os CINDACTAs e demais centros de controle de tráfego copiaram suas fitas dos 2 dias anteriores, suprimindo das cópias os trechos “quentes”, e enviaram os originais também para Anápolis, a “área 51 brasileira”. Não era necessário alertar os pilotos civis para guardarem discrição sobre o que haviam presenciado, pois todos sabem das conseqüências pessoais e profissionais que se seguem a quem quebra o “código de silêncio” sobre estes assuntos; ainda assim, as direções de todas as companhias aéreas cujos pilotos haviam relatado contatos não identificados no dia anterior foram discretamente avisadas da importância de um comportamento mais discreto que o usual.
O “debriefing” dos pilotos militares e pessoal de terra, bem como a análise das gravações, iniciou já no dia 20, com as técnicas usuais de entrevista individual, registro, comparação cruzada e nova entrevista em grupos. As imagens e gravações não eram conclusivas, pois foram captadas por aparelhagem desenvolvida para registrar tráfego de aeronaves comuns. Ainda assim, já nas primeiras 2 semanas foi possível determinar de forma conclusiva alguns fatos, entre eles:
Pelo menos 21 objetos diferentes foram captados.
Eles se deslocaram comprovadamente sobre o espaço aéreo do Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Nenhum objeto foi detectado sobre o Distrito Federal.
O primeiro registro em radar ocorreu às 19:54, e não foi percebido pelos operadores do CINDACTA. O último registro ocorreu às 4:20 da madrugada do dia 20, sobre o oceano Atlântico no litoral paulista.
Foram detectadas anomalias magnéticas e sismográficas em todos os estados afetados.
Houve avistamento por civis em Terra registrados em todos os estados.
A velocidade máxima dos objetos não pôde ser medida. Comparando os depoimentos dos pilotos com os registros dos radares, percebeu-se que nos momentos em que os radares registram desaparecimento súbito do objeto, os pilotos relatam afastamento a velocidades extremamente altas.
Os objetos em alguns momentos voam em formação, e em outros voam de forma completamente independente. Foram identificados padrões de formação complexos, com alternância de posições entre os integrantes da “esquadrilha”.
Registros visuais e de radar confirmam manobras de alta velocidade impossíveis para aeronaves terrestres conhecidas. As manobras incluem inversão súbita de sentido (equivalente a uma mudança de 180 graus no sentido - como uma “marcha a ré” em pleno vôo), variações súbitas de 90 graus na direção e vôo estacionário.
Segundo o radar de solo, um dos objetos emparelhou com um dos Mirages durante mais de 4 minutos, à mesma altitude e distância lateral de menos de 50 metros. O piloto nada percebeu.
Ao término de suas atividades, 14 dos objetos se afastaram em formação de baixa velocidade sobre o oceano Atlântico, sendo acompanhados até o limite de 200 milhas por uma das aeronaves da FAB. Os demais pontos se uniram em um só, que passou a evoluir em padrão triangular sobre a chapada Diamantina por cerca de 10 minutos, desaparecendo subitamente do radar no momento em que foi dada a ordem para decolagem de um Mirage adicional para persegui-los.
Relatos sobre a conformação dos objetos são conflitantes, variando de formatos triangulares a discóides, completamente metálicos ou com janelas aparentes, e um dos pilotos declarou que o ponto perseguido por ele era imaterial, sendo constituído puramente de energia luminosa.
Os pilotos e pessoal de terra receberam cada um as instruções de quanto poderiam revelar e que detalhes deveriam ser confirmados “em off” de forma a não comprometer o acobertamento, gerando no público a informação de que se sabia muito menos do que realmente foi apurado.
Subitamente, no início da terceira semana de junho, um grupo de “consultores” norte-americanos foi incorporado à equipe, e iniciou suas próprias atividades copiando todos os registros e refutando as conclusões já existentes naquele momento. O major aviador da FAB que comandava a equipe viu-se na situação de não poder dar ordens diretamente a um dos membros da equipe norte-americana - um dos “coronéis instantâneos” da CIA - e solicitou providências a seu comando. E as providências não tardaram: ele foi promovido e imediatamente transferido para uma função administrativa no Rio de Janeiro. Ao tentar contatos extra-oficiais com outros membros de sua equipe técnica em Anápolis nas semanas seguintes, descobriu que todos os oficiais integrantes haviam sido promovidos e transferidos, exceto no caso dos oficiais instrutores, que haviam sido promovidos e colocados em lotações temporárias em diversas bases aéreas separadas, até o início do próximo período letivo em suas lotações permanentes. Ou seja: a equipe foi desmantelada, e nenhum dos integrantes originais foi mantido em contato com os demais. Nada de incomum - de fato, procedimento padrão. E nosso recém-promovido Tenente-Coronel aviador da FAB sabia que não devia continuar fazendo perguntas.
Anos depois, sua carreira o levou novamente a um posto em Anápolis, com acesso aos registros oficiais da base. Quando teve oportunidade, procurou pelos arquivos relativos a aquelas semanas de 1986. E o que ele encontrou? Registros do rancho, deslocamento de oficiais, sua própria transferência para o Rio de Janeiro logo após a chegada de um grupo de “oficiais visitantes” dos EUA, e nada mais. Como esperado, os registros desapareceram em pleno ar, e hoje devem residir em alguma área secreta no deserto de Nevada, junto com tantos outros.
E como eu disponho de todas estas informações? Muito simples: aquele oficial logo depois foi afastado e removido compulsoriamente para a reserva da Aeronáutica sem chance de completar uma carreira sem nenhuma mácula, sem receber nenhuma explicação ou mesmo uma oportunidade de fazer perguntas. Logo em seguida passou a integrar os quadros do WMBI, lutando para que informações como estas não se percam. E hoje assina este artigo, compartilhando com todo o público as suas memórias sobre o maior evento ufológico registrado no Brasil.
HOMENS DE PRETO NO BRASIL
Associados às conspirações de ocultamento que cercam os avistamentos de OVNIs e mesmo a profecias do fim do mundo, os misteriosos Homens de Preto voltaram a ser vistos no Brasil
Abstract: The elusive Men in Black know no national borders. In this original account, they are portrayed harassing witnesses of a well-known brazilian UFO crash.
Os Homens de Preto, misteriosa organização envolvida na conspiração para preservar o silêncio oficial sobre a presença de extraterrestres em nosso planeta, têm como uma de suas características menos marcantes o fato de se concentrarem nos países de primeiro mundo. Como tudo que diz respeito a estes personagens, não há uma razão conhecida para isto, embora se especule que a razão esteja relacionada ao potencial de atenção da mídia global que os casos ocorridos em países ditos desenvolvidos podem gerar.
Entretanto, há casos documentados de intervenções dos Homens de Preto em nosso país. Uma das mais clássicas, por incluir praticamente todas as características indicadas na literatura (veículos escuros e não identificados, trajes escuros e assentando mal, fala com sotaque inidentificável e usando palavras incomuns, ameaças claras feitas em tom isento de emoção e total ausência de contato físico) ocorreu com um atual membro da WMBI/BR. O relato de M. Fonseca sobre seu encontro com os chamados MIBs (que infelizmente não guardam qualquer semelhança com os personagens humorísticos do filme homônimo) é inequívoco: ele, em companhia de um aprendiz, foi abordado em 14 de julho de 1996 por 2 homens (ou, melhor dizendo, 2 seres) vestidos com ternos escuros fora de moda no saguão de um hotel em Belo Horizonte, e coagido a acompanhá-los até seu veículo - um Opala Comodoro preto, com aparência de 0km e sem placas.
Operação militar em Varginha/MG
Uma vez dentro do carro, passou a ouvir ameaças sobre o que aconteceria a ele e ao seu aprendiz se não entregassem o material que traziam consigo, que incluía moldes em gesso de pegadas da entidade hoje popularmente conhecida como ‘ET de Varginha’ e 2 rolos de filme com fotos do momento em que uma equipe de uma afamada universidade do interior de SP, auxiliada por militares, recolhia o corpo de um dos 2 alienígenas abatidos naquela noite (nunca se soube o destino do outro corpo). M. Fonseca na época estava no Segundo Círculo, e portanto ainda não havia recebido orientações específicas sobre como lidar com contatos alienígenas hostis. Desta forma, atendendo ao preceito de sempre preservar a segurança dos aprendizes confiados à sua guarda, entregou todo o material coletado nas 2 semanas de pesquisa e observação em Varginha e foi prontamente liberado - como de hábito (quando o contato ocorre com pesquisadores experientes), sem receber nenhum tipo de instrução para guardar em segredo o que havia acabado de acontecer. Apenas alguns dias mais tarde, já na sede da WMBI paulistana, M. Fonseca soube que a intervenção dos MIBs ocorrera 2 dias após a publicação de notícia sobre o “ET de Varginha” no Wall Street Journal - o que só vem a reforçar a tese de que os Homens de Preto hoje atuam em conluio com serviços de informação do governo norte-americano, e não acompanham com a mesma atenção o que ocorre no restante do mundo.
Protocolo da não-violência
Embora as informações obtidas em primeira mão sobre as características e motivações dos Homens de Preto, a observação de seu comportamento ao longo dos últimos 3 séculos permite identificar alguns padrões. Citando M. Ledoux (Paris, 1968-1994) em sua célebre obra “Resistindo a contatos hostis durante atividades de pesquisa” (PDF, 514KB, em francês):
Desde o final da Idade Média, quando apareciam travestidos de duplas de inquisidores trajando hábitos negros e coagindo testemunhas de fenômenos (que na época eram classificados como aparições divinas ou bruxarias) a mudarem suas declarações e entregar-lhes quaisquer artefatos que porventura houvessem recolhido do local) até os tempos recentes, percebe-se que os Cavalheiros de Negro empregam duas formas distintas de ação, dependendo do nível cultural da sua vítima. Apesar de todo o sensacionalismo e relatos infundados, ambas as formas, no entanto, atendem a um evidente protocolo de não-violência - exceto nos casos em que a vítima tenta contato físico, expor a identidade de seus algozes ou pedir socorro durante o breve período que dura a intervenção dos Cavalheiros
(…) Tanto no período mediaval como agora, percebe-se que as autoridades (por ação ou omissão) não impedem as investidas dos Cavalheiros, que hoje se apresentam em veículos sem licença, portam armas em público, intimidam cidadãos e se apropriam de valiosa propriedade alheia sem que se inicie qualquer ação judicial contra eles, ou mesmo que se aceite discutir oficialmente suas ações.
Entretanto, uma situação fica patente em qualquer análise dos casos conhecidos de contato com os Cavalheiros: eles só recorrem à violência física nos casos em que se percebem em risco - seja porque a vítima reage de forma violenta à abordagem, ou porque tenta buscar socorro. As suas ameaças e outras formas de terror psicológico nunca chegam às vias de fato, mesmo nos casos em que a vítima se nega a atender às orientações recebidas, ou a entregar quaisquer artefatos que estejam em seu poder. Desta forma, a orientação para os casos de abordagem é [texto suprimido]. No entanto, esta atitude deve ser considerada com cautela, pois são freqüentes os relatos de intervenção dos órgãos “oficiais” (as ordens religiosas militares, há alguns séculos, ou os serviços de inteligência, mais recentemente) quando as ameaças dos Cavalheiros não surtem efeito.
Há que se notar um aspecto adicional: ao abordar pessoas menos preparadas, os Cavalheiros invariavelmente concluem suas ameaças com a ordem de que nenhum detalhe sobre o encontro seja revelado a qualquer pessoa. Mas quando abordam autoridades, pesquisadores ou outras pessoas com maior conhecimento sobre o que ocorre sob as malhas da sociedade, raramente solicitam o mesmo segredo. Por que? (…)
Assim, se conclui que é provável que as valiosas provas em poder de M. Fonseca ainda poderiam estar em sua posse, e ter sido conhecidas por mais pessoas, caso ele tivesse conhecimento do protocolo de ação de seus interlocutores. Este alerta vem sendo repetido desde então, para que outros pesquisadores que venham a se encontrar na mesma situação possam avaliar melhor suas opções. O que, como veremos, foi providencial no caso mais recente.
Homens de Preto na Bahia - em 2006
O Poeira Cósmica noticiou há poucas semanas os dois incidentes de queda de OVNIs em território brasileiro em um intervalo de menos de 24h ocorridos no início de março. Na matéria, consta o seguinte trecho, a respeito do incidente ocorrido na Bahia:
Um estudante da UFBA que prefere não se identificar chegou a fotografar o momento da queda, e posteriormente registrou com a câmera do seu celular (acima) alguns fragmentos metálicos cobertos de estranhos caracteres, lembrando hieróglifos. Um habitante da região fotografou o mesmo fragmento com uma câmera digital e flash (veja: foto 1, foto 2). Os fragmentos foram recolhidos logo em seguida pelos agentes não identificados, que não tomaram nenhuma atitude contra os populares presentes, seguindo a doutrina norte-americana, que prefere deixar as testemunhas falarem, e depois taxá-las de loucas ou desinformadas.
Atualizado em 10 de março: Dos membros da sede da WMBI em Salvador chega a informação de que fragmentos de rochas fosforescentes foram espalhados na região da queda na madrugada seguinte ao incidente, por dois homens em trajes sociais que chegaram ao local em um veículo militar sem identificação da unidade ou placas.
Aparentemente, a divulgação dos hieróglifos (que por alguma razão foram ignorados pela imprensa de massa) tocou uma corda sensível da Conspiração, pois trouxe ao Brasil novamente os Homens de Preto - ou Cavalheiros de Negro, como os caracteriza o ilustre Mestre de Paris. Nas palavras de M. Boaventura, um dos abordados no último dia 14 de março, conforme relatado na ata da sessão de 15/3 em Salvador:
Como costumo fazer aos domingos, fui a uma banca do centro da cidade para comprar jornais e revistas que costumam chegar neste dia da semana. Por volta das 17h, retornando ao meu sítio, percebi que estava sendo seguido por um Opala Comodoro preto, com vidro fumê e aparência de carro novo, mas sem placas ou qualquer espécie de identificação. O carro não tomou qualquer atitude hostil, mas permaneceu colado ao meu Astra ao longo de vários quilômetros de estrada de chão batido, até que resolvi estacionar próximo a algumas goiabeiras na beira da estrada - não sem antes ligar meu gravador digital e colocá-lo no bolso interno (moedeiro) da minha calça.
Ao sair do carro, o Opala estava estacionando do lado oposto da estrada, e dele saíram dois indivíduos vestidos de terno preto, chapéu e óculos escuros. É difícil descrevê-los sem usar a palavra “desconjuntados” - as roupas davam a impressão de não se ajustar aos seus tamanhos, os chapéus estavam tortos e os óculos escuros não combinavam com o final de tarde nublado. Ainda assim, um deles ajustou o paletó, ostensivamente exibindo uma pistola guardada sob o mesmo.
Ambos atravessaram a estrada lado a lado, com passos rápidos mas aparentemente descoordenados. Ao se aproximarem de mim, um deles falou: “Por obséquio, desativar o dispositivo de gravação armazenado em sua algibeira.” Atendi o pedido, desligando o gravador ao mesmo tempo em que me dei conta de que os relatos de que os MIBs se expressam com palavras incomuns e um sotaque não identificado eram verdadeiros.
Sabendo do seu histórico de ausência de atitudes fisicamente violentas, ouvi durante cerca de 10 minutos suas ameaças (algumas veladas, outras diretas) sobre o que poderia acontecer caso eu me negasse a inutilizar as cópias em meu poder das fotos dos fragmentos da espaçonave e seus hieróglifos e desmentir - inclusive na Internet! - as informações sobre eles. Ao final, afirmei a eles que não tinha intenção de atendê-los, que sabia que eles nada iriam fazer diretamente a respeito, e que não me preocupava com a possibilidade de intervenção posterior dos órgãos de segurança oficiais. Ao perceber que sua missão era inútil, os dois se dirigiram ao Opala sem mais uma palavra. Neste momento, informei-os de que a sua “visita” seria relatada na reunião do dia 14 em Salvador, e que eles estavam convidados. Mas, olhando para os presentes, percebo que eles não atenderam ao convite. [risos da audiência]
A experiência relatada por M. Pardinho é similar, embora tenha ocorrido às 21h do mesmo dia. M. Pardinho, entretanto, foi abordado em sua própria casa, e percebeu a expressão de espanto dos dois inquisidores ao oferecer-lhes café.
As testemunhas civis
Assim, as cópias em poder dos dois Mestres foram preservadas, mas ambos ficaram preocupados com o estudante da UFBA e o habitante da região da queda do aparelho que haviam pessoalmente fotografado os fragmentos e entregue cópias para a análise. No início da manhã do dia 15, M. Pardinho deslocou-se de carro até a casa do agricultor, enquanto M. Boaventura procurava o estudante - cujos nomes não serão revelados, a pedido.
Nitidamente assustado, o agricultor disse a M. Pardinho que não sabia do que ele estava falando, que nunca tinha visto nenhuma queda de OVNI na região, e nem mesmo tinha máquina fotográfica. Quando perguntado se havia recebido a visita de 2 homens vestidos em trajes escuros, o agricultor não respondeu, mas pediu que o pesquisador deixasse imediatamente sua propriedade, pois estava muito assustado e não queria falar “nunca mais” sobre este assunto.
Na busca pelo estudante, M. Boaventura encontrou um quadro ligeiramente diferente: seus colegas de república informaram que ele havia retornado à casa dos pais no dia anterior, e lhe deram um telefone para contato. Ao ligar para o número fornecido, foi atendido pela mãe do estudante, que informou que ele havia sofrido esgotamento nervoso e não estava em condições de atender ninguém naquele momento. Ela solicitou a M. Boaventura que ele não voltasse a ligar, e nem lhes procurasse.
Vemos assim um quadro clássico de intervenção dos homens de preto, que embora não tenham tido sucesso completo (já que as cópias das imagens continuam em segurança, em poder da WMBI) conseguiram silenciar duas testemunhas-chave da queda do aparelho e da posterior operação de ocultamento perpetrada pelas autoridades.
SARGENTO DA FAB DIVULGA RELATOS DE AVISTAMENTOS DE OVINS
A posição oficial dos militares brasileiros em relação a OVNIs é sempre ambivalente e intencionalmente difusa, mas esta orientação não é adotada por igual por todos os seus integrantes.
É por isto que o sargento da Força Aérea Brasileira Vandir Mendes Marques, que acompanhou e participou de diversos avistamentos de objetos metálicos, com várias outras pessoas presentes, e em horários variados, passou a registrar em seu próprio site relatos destas experiências.
A foto acima, da coleção do Sgt. Vandir, foi registrada a partir de uma filmagem realizada em novembro de 2004, durante 30 minutos no início de uma manhã, quando um objeto metálico foi percebido junto a uma antena que havia sido desligada 48 horas antes para manutenção. Segundo o relato, “os militares do SRPV-SP, Sub-oficial Sintoko, Sargentos Izar e Liberato, Cabos Ernesto e Orlando que faziam a pintura e manutenção da antena, presenciaram a aparecimento dos estranho objeto.”
Praças da ativa não podem participar da WMBI exceto como membros ouvintes das reuniões do círculo externo, mas é interessante perceber que o relato do Sgt. Vandir a respeito de um avistamento de OVNI em forma de chapéu no dia 27 de janeiro de 2004 corresponde de forma precisa ao relato dos “hat-shaped UFOs” enviado pela WMBI boliviana ao núcleo internacional de contato com inteligências extraterrestres no mesmo mês - vale lembrar que há bastante proximidade geográfica entre a Bolívia e o Mato Grosso do Sul, área de atuação do Sargento.
ROSWELL: CONFISSÃO NO LEITO DE MORTE TRAZ NOVOS DETALHES SOBRE O FENÔMENO EXTRATERRESTE
incidente de Roswell, conhecido de todos os ufólogos e entusiastas da ufologia, ocorreu em julho de 1947 - há exatos 60 anos, portanto, e envolveu o resgate de materiais nas imediações da cidade de Roswell. Logo no primeiro dia, os militares do 509º grupo de bombardeiros envolvidos na coleta divulgaram um press release oficial afirmando que haviam localizado os destroços da queda de um “disco voador”, e este material foi publicado por jornais de todo o país no dia seguinte, atraindo a atenção de autoridades superiores que logo providenciaram a publicação de um segundo release informando que não se tratava de um OVNI, mas sim de destroços de um balão meteorológico - posteriormente “promovido” a balão de espionagem.
Desde então há incessante especulação e visões completamente divergentes sobre o que é verdade e o que é ficção nesta história. William “Mac” Brazel, o fazendeiro que localizou inicialmente os destroços em suas terras, já havia recolhido anteriormente balões militares que caíram em sua fazenda, e declarou imediatamente para a imprensa que os destroços de julho de 1947 não eram de um deles - mas a rádio local foi pressionada a não divulgar a entrevista gravada (MP3).
O agente funerário da cidade também testemunhou ter fornecido vários caixões em tamanho infantil para os militares naquele dia, e ter sido informado de que seria para transportar os corpos dos alienígenas encontrados mortos junto ao aparelho. A fotografia de um dos corpos foi entregue a ele, e logo desapareceu misteriosamente de dentro de seus arquivos.
Moradores da região que visitaram o local do incidente antes da sua interdição pelos militares foram visitados por eles repetidas vezes e intimidados até entregar todos os fragmentos metálicos e outras recordações que haviam recolhido, e desde então relatam que o local ficou interditado por meses, enquanto os militares literalmente peneiravam o solo até remover todos os indícios e evidências do que ocorreu, enviando o material para 3 bases do exército, incluindo a de Muroc, hoje conhecida como Base Aérea Edwards, Fort Worth e Wright Field.
A controvérsia continuou por décadas, mas em junho de 2007 surgiu um fato novo. Walter Haut, o tenente encarregado das relações públicas da base áerea de Roswell na época do incidente e autor do press release original que anunciava oficialmente a captura de um disco voador acidentado, faleceu mas deixou um testemunho assinado e certificado, com instruções para ser revelado apenas 1 ano após sua morte.
No testemunho, o Tenente Haut nega as declarações de sua vida inteira, e afirma que a história do balão era falsa, inventada para encobrir a captura de um objeto não identificado. Segundo ele, o objeto foi armazenado inicialmente em um hangar da base, e peças dele foram entregues a militares de alta patente, nenhum dos quais soube identificá-los. Ele também afirma ter visto 2 corpos de alienígenas, com aproximadamente 1,2m de altura e cabeças desproporcionais, bem como o objeto em si, que ele descreve como sendo oval e metálico.
Uma matéria da imprensa internacional descreve o testemunho do tenente Haut, que guarda sintonia com as suas declarações de 2005 (MPEG) ao WMBI do Novo México. As declarações do Tenente Haut ao WMBI integram o Dossiê Roswell, que incluem também o áudio de uma entrevista com Mac Brazel pouco antes de sua morte, fotos da escavação de 2002 no local do incidente e o relatório secreto da Força Aérea realizado durante o governo Clinton.
fonte:http://poeiracosmica.verdadeabsoluta.net/cms/?p=45
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