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GOIÁS FUTEBOL CLUBE

HISTÓRIA

Fundação e Evolução do Clube

Goiânia ainda não havia completado 10 anos de idade quando um grupo de amigos se reunia na casa dos irmãos Lino e Carlo Barsi para discutir a criação de um novo clube de futebol. Incomodada com a barulheira, a matriarca da família Barsi sugeriu que os jovens transferissem a reunião para a calçada, do lado de fora da casa. Foi então que os visionários esmeraldinos, debaixo de um poste de luz, deram o pontapé inicial a um sonho chamado Goiás Esporte Clube.

O clube sobreviveu por mais de 20 anos com poucas conquistas e uma torcida pequena. Dizia-se que o Goiás tinha apenas 33 torcedores. Este cenário mudaria radicalmente a partir de 1966, quando o Alviverde conquistou o primeiro título estadual. Com o passar do tempo, o Periquito foi alçando vôos mais longos. Na década de 1970, surgiu com regularidade no cenário nacional e, nos anos 2000, começou a construir sua recente, porém brilhante, história internacional

O Goiás pelo tempo


• 1943 – É fundado em 6 de abril.

• 1944 – Primeira participação no Campeonato Goiano, ainda na fase do amadorismo.

• 1951 – Decide o estadual pela primeira vez. Empata um jogo e ganha outro do Goiânia, que recorre à Justiça. Seis anos depois, decide-se o título. O Goiânia vence por 3 a 2.

• 1960 – O primeiro grande passo da diretoria do clube em termos administrativos – a aquisição do terreno da Serrinha numa área conhecido como Fazenda Macambira.

• 1965 – Período de dificuldades da equipe no Campeonato Goiano, quando chega a ser ameaçada de rebaixamento e só escapa graças à vitória numa partida de desempate diante da extinta Sociedade Esportiva Riachuelo.

• 1966 – Com apenas uma derrota para o Anápolis (campeão do ano anterior) na estréia, a equipe alviverde conquista o Campeonato Goiano, o primeiro título da história do clube.

• 1967 – Primeira participação num torneio nacional, a Taça Brasil. Vence o Rabelo-DF por 1 a 0 na estréia, mas não se classifica num grupo que ainda tinha Goytacaz-RJ e Rio Branco-ES.

• 1971/72 – Período de muitos títulos. O clube conquista seu primeiro bicampeonato goiano e leva também os troféus da Taça Governador e do Torneio Goiás-Pará.

• 1973 – Ano da segunda grande tacada da diretoria alviverde. O Goiás é o primeiro clube goiano a disputar o Campeonato Brasileiro. Na estréia, empata em 0 a 0 com o Olaria no estádio Olímpico, em 26 de agosto. A primeira vitória também é no Olímpico, 1 a 0 diante do Flamengo. O time termina em 13º entre 40 clubes.

• 1975/76 – O segundo bicampeonato estadual do clube coincide com a inauguração do estádio Serra Dourada. Em 25 de agosto de 1975, o Alviverde empata em 0 a 0 com o Santos na primeira vez em que o Serra Dourada é usado no Brasileirão.

• 1981 – Quebra a seqüência de quatro títulos do Vila Nova e volta a ser campeão. A conquista, no entanto, foi no tapetão. Numa das partidas da final, contra a Anapolina, o Goiás ganhou os pontos alegando irregularidade na escalação de um jogador adversário.

• 1983 – Outro título do Campeonato Goiano em cima da Anapolina, dessa vez dentro de campo. Mas o ano é marcado pela excelente participação da equipe no Campeonato Brasileiro, quando chega às quartas-de-final. Negocia o craque Luvanor com o Catania e aproveita para fazer a primeira excursão internacional da história do clube, na Itália. A diretoria negocia a aquisição da área do CT do Parque Anhangüera.

• 1987 – Convidado para participar da Copa União, o Campeonato Brasileiro organizado pelo recém fundado Clube dos 13.

• 1988 – Aplica a maior goleada de um clube goiano em jogos oficiais. No Serra Dourada, em 11 de maio, venceu a Jataiense por 12 a 0.

• 1989 – Início de uma grande fase. É campeão estadual, 10º colocado do nacional e chega às semifinais da Copa do Brasil. Para completar, faz seu primeiro artilheiro do Campeonato Brasileiro, Túlio Maravilha, com 11 gols.

• 1990 – Conquista novamente o Campeonato Goiano, fica em 9º no Brasileirão e disputa a final da Copa do Brasil diante do Flamengo, mas perde o título ao empatar em 0 a 0 no Serra Dourada.

• 1991 – Primeiro tricampeonato estadual.

• 1992 – Não alcança o tetra goiano, faz péssima campanha no Brasileiro e só não é rebaixado porque os ‘grandes’ Grêmio e Bahia promovem virada de mesa. De memorável, apenas uma excursão ao Oriente Médio, onde o time empata duas partidas contra a Seleção do Catar.

• 1993 – Primeiro rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

• 1994 – Retorna à elite do futebol nacional em grande estilo, como vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série B. Conquista também o Campeonato Goiano.

• 1995 – Fica entre os oito melhores do Campeonato Brasileiro e inaugura o Estádio da Serrinha num amistoso diante do Kashima Antlers, do Japão.

• 1996 – Uma de suas melhores campanhas no Brasileirão, do qual só é eliminado nas semifinais pelo Grêmio, futuro campeão. O time abre a série de títulos estaduais que vão culminar com o pentacampeonato em 2000.

• 1997 – Chega ao bi estadual e traz os pernambucanos Araújo, Josué e Marquinhos, mas faz campanha ruim no Campeonato Brasileiro. Terceira grande conquista da diretoria: a inclusão do Goiás no seleto grupo do Clube dos 13.

• 1998 – O tricampeonato goiano é a salvação do clube no ano, pois é rebaixado pela segunda vez no Brasileiro.

• 1999 – Ano da redenção. Tetracampeão goiano, o Goiás chega às quartas-de-final da Copa do Brasil e ganha seu único título nacional, o Campeonato Brasileiro Série B.

• 2000 – Com sobras, o pentacampeonato é do Goiás. O time conquista a Copa Centro-Oeste e o torneio seletivo à Copa dos Campeões, ambos de forma invicta. No Campeonato Brasileiro, faz de Dill o artilheiro, com 20 gols, e termina a fase de classificação em 4º, mas cai nas oitavas-de-final.

• 2001 – O clube é bicampeão da Copa Centro-Oeste e faz campanha regular no Brasileirão.

• 2002 – Dois títulos: o tricampeonato da Copa Centro-Oeste e a reconquista do Campeonato Goiano.

• 2003 – O Alviverde é bi estadual, semifinalista da Copa do Brasil e notabiliza-se com uma impressionante campanha de recuperação no Campeonato Brasileiro, quebrando vários recordes e partindo da lanterna para o 9º lugar. Ao lado de Araújo e Grafite, Dimba forma uma temida linha de frente e alcança a artilharia do Brasileirão, com 31 gols.

• 2004 – Participa de seu primeiro torneio internacional, a Copa Sul-americana. Elimina o Atlético Mineiro na primeira fase, mas pára no Cruzeiro. No Campeonato Brasileiro, faz bonito mais uma vez e termina na 6ª posição.

• 2005 – Melhor campanha do Goiás em Campeonatos Brasileiros. A equipe disputa o título simbólico do Turno, se mantém nas primeiras posições durante todo o Returno e fecha o torneio com uma vitória por 3 a 2 sobre o campeão Corinthians. É 3º lugar no geral e se classifica pela primeira vez à Copa Libertadores da América.


TÍTULOS

Futebol Profissional


• 1 Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão (1999)

• 3 Copas Centro-Oeste (2000, 2001 e 2002)

• 21 Campeonatos Goianos (1966, 1971, 1972, 1975, 1976, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2002, 2003 e 2006)


ESCUDO



MASCOTE



BANDEIRA





ÍDOLOS

Tão Segurado
Herói dos 33 torcedores.

Na época em que o Goiás não colecionava títulos, Tão Segurado é lembrado como o grande jogador do time. O lendário atacante jogou de 1954 a 1961 e foi o primeiro artilheiro do Campeonato Goiano pelo Alviverde, em 1956, quando anotou 22 gols. Na ocasião, ele aproveitou a provocação dos rivais de que o Goiás tinha apenas 33 torcedores para homenagear a claque esmeraldina. O ídolo dizia que havia feito 33 gols, um para cada torcedor. Apesar do desencontro nos números, a frase virou um mito no futebol goiano. Tão Segurado morreu em 1997.


Lincoln

O primeiro grande matador.

Os feitos do Leão da Serra começaram em 1973, quando foi artilheiro do Campeonato Goiano com 18 gols. No mesmo ano, fez o primeiro gol do Goiás na história do Campeonato Brasileiro, na vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo. Participou de cinco edições do Brasileirão, disputou 96 jogos e marcou 39 gols. Primeiro brasileiro a fazer gol no Serra Dourada, Lincoln foi ainda o principal goleador do estadual em 1974 e 1976, com 18 gols em cada edição. Hoje mora em Palmas, onde é funcionário público e comentarista esportivo de rádio e TV.

Paghetti

Disputou quatro edições do Campeonato Brasileiro pelo Goiás (1973 a 1976). Atuou em 64 partidas e marcou 18 gols - 3 históricos no empate de 4 a 4 com o Santos pelo Campeonato de 1973, quando o Goiás empatou uma partida na qual perdia por 4 a 1. Fez outro sobre o mesmo Santos em 1974, na vitória de 3 a 2 do Alviverde.

Macalé

É o zagueiro mais admirado na história do Goiás. Só no Campeonato Brasileiro foram 118 jogos - 41 vitórias, 44 empates e 33 derrotas. Ele disputou sete edições da competição. Fez parte do time que em 1966 ganhou o primeiro título de campeão goiano.

Matinha

Ninguém jogou tantas partidas pelo Goiás nos 30 anos de história do clube no Campeonato Brasileiro. O volante atuou em 154 jogos pelo clube no Brasileiro, nos quais fez 4 gols. Foram 55 vitórias, 55 empates e 44 derrotas. Ele conquistou o recorde de 1973 a 1981.

Lucinho

O atacante disputou 75 jogos pelo Goiás no Campeonato Brasileiro (1973 a 1979), com exceção à edição de 1978, quando jogou no Operário, de Campo Grande (MS). Foram 27 vitórias, 28 empates e 20 derrotas. Lucinho fez 12 gols pelo Goiás no Brasileirão. Um destes gols entrou para a história do clube - foi o quarto gol (o do empate), nos 4 a 4 com o Santos, no dia 6 de fevereiro de 1974.

Tuíra

O meia teve pouco tempo para se destacar no Campeonato Brasileiro pelo Goiás. Ele jogou 3 edições: de 1973 a 1975. Foram 63 jogos, 22 vitórias, 24 empates, 17 derrotas e 5 gols marcados. Fez dupla famosa de meias ao lado de Matinha.

Carlos Alberto Santos

Foi um dos volantes mais técnicos que passaram pelo futebol goiano. Desarmava como poucos e jogava de cabeça erguida. Começou nas categorias de base do clube e foi campeão goiano em 1981, 1983 e 1986. Atuou em 94 partidas do Brasileirão pelo Alviverde.

Dadá Maravilha

O folclórico artilheiro esteve no clube em 1983, no Campeonato Brasileiro. O Verdão foi o 5º colocado, Dario jogou 20 partidas, marcou 4 gols, venceu 7, empatou 8 e perdeu 5.

Péricles

As contusões atrapalharam uma parte da carreira, mas Péricles, que veio de Itumbiara, foi um dos craques da camisa 10 do Goiás. Foi campeão goiano por várias vezes e em 1989 fez o gol do título contra o Vila Nova.

Luvanor

Revelado nas categorias de base do clube, brilhou com a camisa 10 de 1978 a 1983. Negociado com o Catania (itália), voltou em 1990 e ficou até 1992. Nestes anos, fez 15 gols pelo Campeonato Brasileiro. Com ele, o Goiás foi 5º lugar no Brasileirão de 1983 e vice-campeão da Copa do Brasil de 1990. Hoje é olheiro do clube.

Zé Teodoro

Começou a carreira como volante, virou lateral-direito no Goiás e nunca mais deixou a posição. Ele disputou o Campeonato Brasileiro da Série A em 5 edições: 1982, 1983, 1984, 1985 e 1995. Em 1994, Zé Teodoro foi muito importante no vicecampeonato do Goiás no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão.

Cacau

Revelado pelo Goiás, o atacante surgiu na época em que o camisa 7 era o ponta-direita. Ele disputou sete edições do Campeonato Brasileiro, 1983 a 1985 e 1990 a 1993. Foram 105 jogos, 18 gols, 29 vitórias, 35 empates e 42 derrotas.

Uidemar

Volante muito habilidoso, Uidemar disputou 4 edições do Brasileiro pelo Goiás: 1986, 1987, 1988 e 1989. Os números dele são: 71 jogos, 19 vitórias, 26 empates, 26 derrotas e 2 gols marcados. Era exímio cobrador de pênaltis.

Baltazar

O Artilheiro de Deus também se destacou no Goiás. Chegou ao clube em 1993 para ser o principal jogador da equipe na Série B do Brasileiro de 1994. Baltazar foi também o artilheiro do Goianão de 1994 com 25 gols. É um dos jogadores que mais gols fez num só jogo no estado - 6 nos 7 a 0 do Goiás sobre o Ceres, em 1993.

Dill

O artilheiro do Brasil.

Cria das categorias de base, o atacante jogou no Goiás de 1995 a 2000. Em seu último ano no Alviverde, Dill foi artilheiro do Brasileirão com 20 gols, ao lado de Romário, do Vasco, e Magno Alves, do Fluminense. Na Série A, defendeu a camisa esmeraldina por 69 partidas, marcou 29 gols e obteve 28 vitórias, 17 empates e 24 derrotas. No Campeonato Goiano, também entrou para a história ao marcar 29 gols em 2000, tornando-se o maior goleador do clube numa única edição do torneio.


Fernandão

Fernandão teve o inicio de sua carreira ainda criança em janeiro de 1990 na escolinha de futebol do Goiás Esporte Clube. Três meses depois, foi chamado pelo treinador Allan Kardec para as categorias de base do clube e, em janeiro de 95, subiu para o profissional com apenas 16 anos. Fernandão conquistou quase tudo pelo Goiás. Foi penta campeão Goiano em 96, 97, 98, 99 e 2000.Campeão da série B do Brasileirão em 99, e o bi da Copa Centro-Oeste em 2000 e 2001.

HINO

Autores: Paulo Sérgio Vale, Tavito e Regininha

Eu sou Goiás Esporte Clube
Eu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritar
Até o peito me doer,
Até perder a voz eu sou Goiás
Eu sou Goiás até morrer
Eu sou Goiás, eu sou Goiás de coração
Cada vez nossa torcida cresce mais
Eternamente serei Goiás

Nosso Clube é a nossa glória
A nossa garra, nossa gente, nossa história
O amor pela nossa bandeira
É para nós a maior vitória

Nosso Clube é a nossa glória
Nossa garra, nossa gente, nossa história
A vida toda eu vou torcer
Eu sou Goiás, Goiás, até morrer

Eu sou Goiás Esporte Clube
Eu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritar
Até o peito me doer,
Até perder a voz eu sou Goiás
Eu sou Goiás até morrer
Eu sou Goiás, eu sou Goiás de coração
Cada vez nossa torcida cresce mais
Eternamente serei Goiás
Cada vez nossa torcida cresce mais
Eternamente serei Goiás.


fonte:www.goiasesporteclube.com.br





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