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Porto

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PORTO

Nome: Futebol Clube do Porto

Apelido: Portistas ou Dragões

Data de fundação: 28 de setembro de 1893

Localização: Porto, Portugal

Estádio: Estádio do Dragão, com capacidade para 50.948 torcedores

Principais títulos:

Taça Intercontinental
1987 e 2004 (2)

Liga dos Campeões
1986/1987 e 2003/2004 (2)

Copa da Uefa
2002/2003 (1)

Campeonato Português
1934/1935, 1938/1939, 1939/1940, 1955/1956, 1958/1959, 1977/1978, 1978/1979, 1984/1985, 1985/1986, 1987/1988, 1989/1990, 1991/1992, 1992/1993, 1994/1995, 1995/1996, 1996/1997, 1997/1998, 1998/1999, 2002/2003, 2003/2004, 2005/2006, 2006/2007 e 2007/2008 (23)

Taça de Portugal
1955/1956, 1957/1958, 1967/1968, 1976/1977, 1983/1984, 1987/1988, 1990/1991, 1993/1994, 1997/1998, 1999/2000, 2000/2001, 2002/2003 e 2005/2006 (13)

Destaque da temporada 2006/2007: Ricardo Quaresma

Brasileiros no clube: Helton, Paulo Assunção, Leandro Lima, Lino, Edgar e Adriano

HISTÓRIA

O Porto surgiu em 28 de setembro de 1893, por iniciativa de portugueses que haviam passado um tempo na Inglaterra e se apaixonado pelo futebol. Como o nome do clube sugere (F.C. Porto), este esporte é o carro-chefe da agremiação. Antônio Nicolau d’Almeida, como primeiro presidente, convidou o F.C. Lisbonese para um amistoso. Esta foi a primeira aparição da camisa azul e branca.

O Porto já iniciou sua história com sucesso. Além de conquistar muitos títulos em nível regional, a equipe venceu o primeiro campeonato de âmbito nacional realizado no país, precursor da Taça de Portugal. O time venceu vários destes torneios que eram, nos anos 1910, 1920 e 1930, os embriões dos quais surgiriam as principais competições nacionais de Portugal.

Em 1935, o Porto conquistou seu primeiro Campeonato Português, feito que repetiria em 1939 e 1940. Depois disso, passou por um longo jejum. Entre 1940 e 1955, o time não ganhou sequer uma taça de expressão, apenas torneios regionais e de juniores. Apesar disso, este período teve um momento brilhante para os portistas: a equipe derrotou o Arsenal, da Inglaterra, considerado então o melhor time do mundo. O prêmio esteve à altura do feito: um troféu que pesa mais de 300 quilos, dos quais 130 são de prata maciça.

Em 1955/1956, o Porto voltou a vencer o Campeonato Português e foi campeão da Taça de Portugal, na primeira dobradinha da história do clube. O time voltou a ser campeão nacional em 1958/1959. Depois, viveu um tempo de conquistas escassas, conquistando apenas duas Taças de Portugal, uma em 1968 e outra em 1977. E foi no ano seguinte a este último que o clube voltou a vencer o Campeonato Português e acabou bicampeão, posteriormente.

Em 1986/1987, o Porto conquistou sua primeira competição européia, a Liga dos Campeões, vencendo o Bayern de Munique por 2 a 1 na final. No mesmo ano, o time enfrentou o Peñarol, do Uruguai, pelo Campeonato Mundial e venceu, ganhando a Taça Intercontinental, mais um troféu para a já recheada galeria de conquistas portistas.

Nos anos 1980, o Porto começou a ter uma hegemonia em Portugal, vencendo os campeonatos de 1984/1985 e 1987/1988. Mas foi na década seguinte que o domínio foi avassalador. A equipe venceu nada menos do que oito dos dez títulos portugueses disputados nestes dez anos. Foram eles os de 1989/1990, 1991/1992, 1992/1993, 1994/1995, 1995/1996, 1996/1997, 1997/1998 e 1998/1999.

O pentacampeonato conquistado entre 1995 e 1999 é um dos maiores orgulhos do Porto. Depois deste feito memorável, o time ficou três anos sem conquistar o Campeonato Português, que seria vencido novamente em 2002/2003, uma temporada fantástica para a equipe, que foi campeã portuguesa, da Taça de Portugal e da Copa da Uefa.

A temporada 2003/2004 conseguiu ser ainda melhor, já que o Porto conquistou pela segunda vez na sua história a Liga dos Campeões, com uma vitória sobre o Mônaco na final, com boa atuação dos meias brasileiros Carlos Alberto e Deco, este último naturalizado português.

Além disso, a equipe repetiu o desempenho no Campeonato Nacional, sendo bicampeã. Para coroar o excelente ano, o clube conquistou a Taça Intercontinental novamente, desta vez de forma emocionante, ao vencer nos pênaltis o Once Caldas-COL.

Em 2005/2006, mais uma temporada brilhante. O Porto voltou a conquistar a dobradinha. Na temporada seguinte, conseguiu o bicampeonato no Campeonato Português. Este ano ainda foi marcante porque foi a época em que o lendário goleiro português Vítor Baía se aposentou. E em 2008, o Porto conquistou o tricampeonato.



Mascote

Um dos nomes pelos quais o Porto é chamado é “Os Dragões”. Assim sendo, esta figura mítica foi escolhida como mascote do clube.

Ídolos, títulos e artilharia

O argelino Rabat Madjer é um nome muito marcante na história do Porto. O atacante foi fundamental em duas das maiores conquistas do clube, a Liga dos Campeões de 1987 e a Taça Intercontinental do mesmo ano. O jogador é considerado um dos melhores estrangeiros a já ter vestido a camisa portista.

Outro que atuou no Porto com destaque foi o lateral-esquerdo brasileiro Branco, conhecido pelo belo gol de falta na Copa de 1994 contra a Holanda, que deu a vitória ao Brasil. Ele jogou apenas uma temporada por lá, em 1989/1990, mas deixou sua marca: foi campeão português e da Supercopa de Portugal.

O goleiro Vítor Baía é muito querido pela torcida portista e é um dos jogadores mais importantes da história do clube. Hoje, ele faz parte diretoria da agremiação. O atleta jogou no Porto entre 1988 e 1996 e depois entre 1999 e 2007. Em 2007, se aposentou sendo campeão português pelo Porto.

O atacante brasileiro Jardel foi o grande nome do Porto durante a segunda metade da década de 1990. Seus gols com a camisa azul e branca o transformaram em um ídolo da torcida portista. Ele marcou 130 gols em 125 jogos na primeira divisão portuguesa, média superior a um gol por partida.

Artilharia

Fernando Gomes marcou 288 gols pelo Porto e é o maior goleador da história do clube. Ele foi campeão nacional cinco vezes com a camisa azul e branca, além de ter vencido uma Liga dos Campeões, uma Taça Intercontinental e três Taças de Portugal. É dele uma frase famosa em terras portuguesas: “Marcar um gol é como ter um orgasmo”.



Ricardo Quaresma é um meia português que chegou ao Porto em 2004, em troca que envolveu a ida do meio-campista Deco para o Barcelona, da Espanha. Ele é um dos principais atletas do elenco do clube e foi eleito melhor jogador do Campeonato Português em 2004/2005, apesar de a equipe não ter conquistado o título. Em 2006/2007, teve desempenho brilhante e foi uma das peças fundamentais para levar seu time ao título português.

Brasileiro naturalizado português, o meia Deco, foi um dos que se destacou com a camisa do Porto. Em Portugal, o atleta era conhecido como “O Mágico” pela sua habilidade com a bola nos pés. Pela equipe azul e branca, Deco foi campeão da Copa da Uefa, da Liga dos Campeões, da Taça de Portugal e de dois Campeonatos Portugueses.


Brasileiros


O Porto tem um número razoável de brasileiros em seu elenco. Os mais conhecidos são o goleiro Helton, que brilhou no Brasil pelo Vasco, o volante Paulo Assunção, ex-Palmeiras, e o meia Leandro Lima, promessa que surgiu recentemente no São Caetano. Além destes, os portistas ainda contam com o lateral-esquerdo Lino, ex-Fluminense, e com os atacantes Edgar e Adriano..


Títulos


Taça Intercontinental
1987 2004

Liga dos Campeões
1986/87 2003/04

Copa da Uefa
2002/03

Campeonato Português
1934/35 1938/39
1939/40
1955/56
1958/59
1977/78
1978/79
1984/85
1985/86
1987/88
1989/90
1991/92
1992/93
1994/95
1995/96
1996/97
1997/98
1998/99
2002/03
2003/04
2005/06
2006/07
2007/08

Taça de Portugal
1955/56 1957/58
1967/68
1976/77
1983/84
1987/88
1990/91
1993/94
1997/98
1999/2000
2000/01
2002/03
2005/06


UNIFORMES



HINO
Oh meu Porto onde a eterna mocidade
Diz à gente o que é ser nobre e leal
Teu pendão leva o escudo da cidade
Que na história deu o nome a Portugal

Oh campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto

Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, Oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós

Oh campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto


fonte:esporte.hsw.uol.com.br





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